Crônica de uma aposta
Quem leu o Blog da Cidadania durante a campanha eleitoral sabe quantas vezes foi dito aqui que o que estava em jogo na eleição era o resultado de uma aposta altíssima que estava sendo feita pelos dois principais contendores.
A campanha de José Serra assentou a sua estratégia em dois pilares: o da aliança com a mídia e o da proverbial “burrice” do eleitorado brasileiro. Já a campanha de Dilma Rousseff apostou no amadurecimento desse eleitorado.
Alguns dirão que a candidatura Marina Silva teria sido o terceiro pilar da construção tucano-midiática da candidatura Serra, mas a nova “petista arrependida” só serviria para levar a eleição ao segundo turno. Não serviria para vencer, mas para postergar a derrota.
É nesse momento de reflexão sobre o que de fato foi a campanha eleitoral que este blog ganha um aliado de peso para a sua teoria sobre as apostas tucano-midiática e petista. Provavelmente a pessoa mais qualificada do mundo para analisar a questão.
Na noite de sábado, o UOL publica em sua primeira página entrevista do marqueteiro João Santana, que dirigiu a campanha de Lula em 2006 e a de Dilma em 2010. Em uma sentença ele confirmou e resumiu a teoria das apostas:
“O eleitorado brasileiro é, hoje, um dos mais maduros do mundo. E cada dia sabe jogar melhor”.
Sobre a aposta da oposição e da mídia na burrice do eleitorado, premissa que completa a teoria da aposta que teria marcado a eleição presidencial de 2010, Santana dá um grande compendio de exemplos no transcurso da entrevista em tela.
Sobre a aposta de Serra no apoio da mídia, ele se esqueceu de que não há honra entre os que se valem da desonestidade e do preconceito para vencer uma disputa. Dessa maneira, foi deixado com a brocha na mão tão logo ficou claro que não deslancharia, ao fim do 2º turno.
Resta a entrevista de Santana, imperdível.
O UOL, na chamada para a matéria, preferiu destacar o que lhe convém, o prêmio de consolação por a mídia ter conseguido levar a eleição para o 2º turno com o caso Erenice. Não atenta para o que importa, que é Dilma – ou Santana – ter vencido a aposta com Serra – ou com a mídia.
Abaixo, a entrevista do marqueteiro João Santana ao UOL.
PS: no decorrer do domingo voltarei ao assunto do ato público dos paulistas em solidariedade ao povo do Norte-Nordeste.
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06/11/2010 – 16h30
Caso Erenice provocou 2º turno, diz marqueteiro de Dilma
FERNANDO RODRIGUES
ENVIADO ESPECIAL DO UOL A SALVADOR
A seguir, trechos da entrevista de Santana à Folha:
Folha – O sr. fez o marketing das duas últimas campanhas presidenciais vitoriosas no Brasil. Quais as diferenças e semelhanças?
João Santana – Foram campanhas profundamente dessemelhantes.
Destaco alguns dos pontos que tiveram em comum: o profundo desdém da oposição aos candidatos Lula e Dilma nas pré-campanhas; o susto que eles tomaram no início dos dois primeiros turnos com o crescimento rápido e vigoroso dos nossos dois candidatos; a falsa ilusão de vitória que eles criaram na passagem do primeiro para o segundo turno, e a desilusão e desfecho finais.
Entre os vários pontos de dessemelhança, eu gostaria de frisar apenas um, e que diz respeito diretamente à minha área: apesar das aparências, a campanha de 2010 foi de uma complexidade estratégica, e principalmente tática, imensamente maior do que a de 2006. Eu diria, até, que do ponto de vista do marketing, esta talvez tenha sido a campanha presidencial mais complexa dos últimos tempos no Brasil.
A percepção da oposição, então, segundo sua avaliação, foi equivocada?
Na pré-campanha de 2006, a oposição imaginou, erroneamente, que Lula estivesse destruído com o escândalo do mensalão. Imaginou que um discurso udenista, neurótico e tardio, pudesse influenciar amplas camadas da população na campanha. Não perceberam o incipiente, porém já vigoroso, movimento de ascensão social e de gratificação simbólica e material que vinha sendo produzido pelo governo Lula.
Na pré-campanha de 2010, houve um erro porque menosprezaram o valor pessoal e o potencial de crescimento de Dilma e, também, a capacidade de transferência de Lula. É o período da arrogante, equivocada e elitista ‘teoria do poste’.
O grande crescimento que Lula, em 2006, e Dilma, em 2010, tiveram no final das pré-campanhas, e especialmente no início do primeiro turno, deixou-os atordoados. Só se recuperaram um pouco quando foram favorecidos por fatores extracampanhas, o caso dos aloprados e o escândalo Erenice.
Por que Dilma não venceu no 1º turno? Lembro-me que as previsões internas eram de que ela teria de 56% a 57% dos votos…
Por vários fatores, alguns já facilmente percebidos e explicados. Outros que levarão ainda algum tempo para serem corretamente analisados. Começo indo na contramão da maioria dos analistas: o eleitorado brasileiro é, hoje, um dos mais maduros do mundo. E cada dia sabe jogar melhor.
Uma das provas desse amadurecimento é a consolidação, cada vez maior, da “cultura de segundo turno” nas eleições presidenciais. E ela atua, paradoxalmente, junto com a consolidação de um outro comportamento aparentemente antagônico: a consagração do princípio da reeleição. O de deixar um bom governo continuar, mas, ao mesmo tempo não aceitar passivamente tudo o que ele faz. Este conflito é uma forte demonstração de amadurecimento do eleitor brasileiro. No fundo é aquele maravilhoso conflito humano entre a reflexão e a decisão, entre a fé a descrença, entre a confiança e a suspeita, entre a entrega e a autodefesa.
Nas últimas eleições, parte do eleitorado tinha um fabuloso atalho, que era a candidatura Marina, para praticar o “voto de espera”, o voto reflexivo. E utilizou este ancoradouro, este auxílio luxuoso que era a candidatura Marina, para mandar alguns recados para os dois principais candidatos. Por essas e por outras razões houve segundo turno.
Que recados foram estes que os eleitores mandaram para Dilma e para Serra?
No nosso caso foi: “Olha, eu aprovo o governo de vocês, mas não concordo com tudo que acontece dentro dele; adoro o Lula mas quero conhecer melhor a Dilma”.
No caso do Serra: “Seja mais você mesmo, porque desse jeito aí você não me engana; mas afinal, qual é mesmo esse Brasil novo que você propõe?; me diga lá: você é candidato a prefeito, a pastor ou a presidente?”.
Os candidatos, no segundo turno, deram respostas eficientes a esses recados dos eleitores?
Nenhuma campanha, em nenhum lugar do mundo, responde a todas as perguntas, preenche todas dúvidas, nem atenua, completamente, os conflitos racionais e emocionais dos eleitores. Uma campanha será sempre um copo com água pela metade, meio vazio pra alguns, meio cheio pra outros.
No nosso caso, acho que respondemos algumas perguntas. A prova é que não apenas crescemos quantitativamente, como houve uma melhoria, mais que significativa, na percepção dos atributos da nossa candidata.
Em que se sustenta a tese de que essa foi a mais complexa campanha, estratégica e taticamente dos últimos tempos?
Por várias características atípicas, originais e exclusivas desta campanha. Para não me alongar muito, vou comentar apenas alguns fatores do nosso lado. Nós tínhamos um presidente, em final de mandato, com avaliação recorde, paixão popular sem limite e personalidade vulcânica.
Uma caso único não só na história brasileira como mundial. Uma espécie de titã moderno.
Do outro lado, tínhamos uma candidata, escolhida por ele, que era uma pessoa de grande valor, enorme potencial, porém muitíssimo pouco conhecida.
Tínhamos o desafio de transformar em voto direto, e apaixonado, uma pessoa que chegava à primeira cena por força de uma escolha indireta, quase imperial. Tínhamos que transformar a força vulcânica de Lula em fator equilibrado de transferência de voto, com o risco permanente da transfusão virar overdose e aniquilar o receptor.
Tínhamos a missão de fazer Dilma conhecida e ao mesmo tempo amada; uma personagem original, independente, de ideias próprias e, ao mesmo tempo, uma pessoa umbilicalmente ligada a Lula; uma pessoa capaz de continuar o governo Lula mas também capaz de inovar.
Tudo isso dentro de um curtíssimo prazo e dentro do cenário de uma das maiores, mais vibrantes e maravilhosamente mal construída democracias do mundo, que é a democracia brasileira. E que tem um dos modelos de propaganda eleitoral, ao mesmo tempo, mais permissivo e restritivo do mundo; um calendário eleitoral hipocritamente dos mais curtos, e, na prática, dos mais longos do mundo. Isso é dose. É um coquetel infernal.
O que mais facilitou e atrapalhou o trabalho?
Acho que o que mais nos ajudou foram as lendas equivocadas que a oposição, secundada por alguns setores da mídia, foi construindo sistematicamente. E se aferrando desesperadamente a elas, mesmo que os fatos fossem derrotando uma após outra.
No início, construíram quatro lendas eleitorais: que Lula não transferia voto, que Dilma ia ser péssima na TV, que Dilma ia ser um desastre nos debates e que Dilma, a qualquer momento, iria provocar uma gafe irremediável nas entrevistas. Nada disso ocorreu, muito pelo contrário.
Construíram, pelo menos, quatro lendas biográficas: que Dilma tinha um passado obscuro na luta armada, que era uma pessoa de currículo inconsistente, que teve um mau desempenho no governo Lula, e que o fato de ter tido câncer seria fatal para a candidatura. Nada disso se confirmou.
E construíram lendas políticas. As principais eram que Dilma não uniria o PT, não teria jogo de cintura para as negociações políticas e que não saberia dialogar com a base aliada. Outra vez, tudo foi por terra.
Ora, com tantas apostas equivocadas, o resultado não podia ser outro. Se você permitir, eu gostaria adiante de comentar sobre novas lendas equivocadas que já estão começando a construir em relação ao futuro governo Dilma.
Na fase final, a oposição apostou numa guerra moral e religiosa, no mundo da ética e dos valores. Isso não atrapalhou?
De forma irreversível, não. Acho, inclusive, que no final o feitiço virou mais contra o feiticeiro. As questões do aborto e da suposta blasfêmia foram apenas vírgulas que ajudaram a nos levar para o segundo turno. Repito, apenas vírgulas.
O caso Erenice foi o mais decisivo porque atuou, negativamente, de forma dupla: reacendeu a lembrança do mensalão e implodiu, temporariamente, a moldura mais simbólica que estávamos construindo da competência de Dilma, no caso a Casa Civil.
Por motivos óbvios, vínhamos ressaltando, com grande ênfase, a importância da Casa Civil. Na cabeça das pessoas, a Casa Civil estava se transformando numa espécie de gabinete paralelo da presidência. E o escândalo Erenice abalou, justamente, esse alicerce.
Voltando à questão da moral religiosa: como a oposição abusou da dose, provocou, no final, rejeição dos setores evangélicos que interpretaram o fato como jogada eleitoral e afastou segmentos do voto independente, principalmente de setores da classe média urbana, que se chocou com o falso moralismo e direitização da campanha de Serra.
Mas essa opção às vezes à direita da oposição, em certa medida, era algo esperado. Ou não?
Eu alertei sobre isso, inclusive, em um seminário interno da Folha que participei em maio. Este é um fenômeno que infelizmente vem acontecendo, na América Latina, com alguns setores desgarrados, que antes de autointitulavam de socialdemocratas e se inclinaram perigosamente para a direita.
Passaram a utilizar, em suas campanhas, um mix de técnicas do Partido Republicano americano, mais ferramentas da direita espanhola e de operadores antichavistas da Venezuela.
Eu me defrontei com este aparato na campanha que fiz para o presidente Mauricio Funes, em El Salvador. Fomos vítimas de uma das mais insidiosas e obscuras campanhas negativas. Mas vencemos. O ideário é o mesmo, os conceitos manipulados semelhantes, as técnicas de medo iguais. O que varia é a dosagem e os instrumentos.
Aqui a direitização ficou mais circunscrita a certos tabus morais e religiosos. Mas também trafegou, principalmente na internet, no obscurantismo político de pior extração. Quem estuda este fenômeno e viu um vídeo que circulou na internet, intitulado a ‘Dama de Vermelho’, sabe do que estou falando. Por sinal, este vídeo é uma réplica de alguns que foram produzidos contra Mauricio Funes, em El Salvador, e a favor da campanha de Felipe Calderón no México.
No início da entrevista, o sr. disse que iria comentar o que considera ‘novas lendas equivocadas’ projetadas para o governo Dilma. Do que se trata?
Eu acho necessário um humilde alerta: não subestimem Dilma Rousseff. Este alerta vale tanto para opositores como para apoiadores da nova presidente.
Dentro e fora do Brasil já começam a pipocar análises apressadas de que Dilma dificilmente preencherá o grande vazio sentimental e simbólico que será deixado por Lula. E que este será um problema intransponível para ela. Bobagem.
Não há dúvida de que a ausência de Lula deixa uma espécie de vazio oceânico. Lula é uma figura única, que uma nação precisa de séculos pra construir. Mas Dilma, em lugar de ser prejudicada por este vazio, será beneficiada por ele. Basta saber aproveitar –e acho que ela saberá– a oportunidade única e rara, que tem nas mãos, de se tornar conhecida e amada ao mesmo tempo.
É preciso também estar atento para o fato de que as paixões populares são múltiplas porque o povo não é politicamente monogâmico. O povo é, por natureza, sincretista e politicamente polígamo. E há na mitologia política e sentimental brasileira uma imensa cadeira vazia, que chamo metaforicamente de “cadeira da rainha”, e que poderá ser ocupada por Dilma.
A República brasileira não produziu uma única grande figura feminina, nem mesmo conjugal. Dilma tem tudo para ocupar esse espaço. O espaço metafórico da cadeira da rainha só foi parcialmente ocupado pela princesa Isabel. Para um homem sim, seria uma tarefa hercúlea suceder a Lula. Para uma mulher, não. Em especial, uma mulher como Dilma. Lula sabia disso e este talvez seja o conteúdo mais genial da sua escolha.
Quando ficou claro que haveria 2º turno? No dia?
No dia da apuração. Havia fortes indícios de perda de substância da nossa candidata, porém, os indicadores nos davam uma relativa segurança de que ganharíamos no primeiro turno.
Ao contrário da eleição de 2006, quando eu fui o primeiro a alertar o presidente Lula de que iríamos para o 2o turno, desta vez eu fui um dos últimos a admitir isso. Acompanhando a apuração no Alvorada, ao contrário de 2006, eu era um dos poucos que ainda acreditava que ainda ganharíamos por uma margem estreita.
A receita do 2º turno deste ano se assemelha à de 2006: acusar os tucanos de serem privatistas e contra o patrimônio nacional. Mas desta vez o efeito não foi tão forte como há quatro anos. Essa fórmula está perto do esgotamento?
É reducionismo dizer que a receita do segundo turno foi a de acusar os tucanos de privatistas. Se você rever os programas e comerciais, vai constatar que discutimos modelo de política econômica, políticas sociais, modelo de desenvolvimento, entre outros temas.
Fui o responsável pela introdução do tema privatizações em 2006. Na verdade, não estava muito apaixonado pela ideia de utilizá-lo outra vez nesta campanha. Inclusive porque, ao contrário de certos homens marketing, não gosto de repetir fórmulas. Mas havia um consenso, na cúpula da campanha, de que o tema ainda estava vivo. Meu convencimento final veio quando decidimos acoplá-lo, de forma mais que justa, ao futuro do pré-sal.
Essa abordagem sobre ‘tucanos privatistas X petistas defensores do patrimônio nacional’ não seria uma exploração indevida do imaginário popular?
Já falei sobre isso e não fui muito bem interpretado. Tucanos e petistas divergem, de fato, profundamente neste tema. A sociedade brasileira sempre acompanhou com o máximo de interesse, receio e com muita cautela essa discussão.
O debate continua vivo. Por que é manipulação reacender ou esquentar esse debate? A propaganda eleitoral brasileira é um espaço bastante democrático, e mais que apropriado para este tipo de discussão. Nela, cada um pode expor seu pontos de vista e estabelecer o contraditório. Com fatos e argumentos. Sem medo e sem timidez.
Por que o Vox Populi, contratado pela campanha de Dilma, não captou a queda nas pesquisas de maneira mais precisa?
Essa é uma pergunta que o instituto pode responder melhor do que eu.
Quando as pesquisas diárias (‘trackings’) começaram as ser feitas? E os grupos de análise qualitativa? Dilma assistiu a alguns desses grupos?
Os trackings começaram uma semana antes da propaganda eleitoral. Os grupos de pesquisas qualitativas começaram também nesse período, e eram quase diários.
No segundo turno, os grupos de qualis eram diários. Eram 12 grupos, distribuídos pelas várias regiões do país. Em São Paulo, eram sempre quatro grupos, variando entre capital e interior. Duas empresas faziam esse trabalho. Em São Paulo, a Oma Pesquisas. No restante do país, a Síntese. A candidata Dilma não assistiu aos grupos por falta de tempo e de interesse direto.
Foi um erro a forma como Lula fez alguns comícios na parte final do 1º turno, falando em extirpar o DEM da política e dizendo que ‘a opinião pública somos nós’?
Como eu já disse, o presidente tem uma personalidade vulcânica. Sua intuição emocional faz com que ele acerte bastante, e às vezes cometa erros. Mas o saldo nesta e em outras campanhas sempre foi muito positivo.
Mas houve uma certa overdose de Lula no final do 1º turno, com ele aparecendo não de forma exaltada em comícios?
Na propaganda eleitoral, não. Desde o início, eu sabia que uma das coisas mais difíceis era a modulação da presença de Lula. Fiz um desenho estático que considero correto. Dividi a campanha com base nos 45 dias de TV e rádio em três fases iguais de 15 dias cada. A primeira, consistiu em colar bastante Lula a Dilma. Depois, seria preciso atenuar um pouco a presença dele no meio da campanha. E, por fim, voltar a colá-los fortemente no final.
Na primeira fase, era preciso mostrar aos eleitores que havia afinidade, respeito e confiança entre eles. Consumado isso em 15 dias, como eu esperava, com êxito, era então necessário reforçar a identidade própria de Dilma. Isso só seria possível se as pessoas conseguissem enxergá-la sem a sombra luminosa de Lula. Assim, os segundos 15 dias da campanha tiveram a troca da persona Lula pela intensificação da representação simbólica do governo Lula.
Só que no final dessa segunda fase ocorreu uma trágica coincidência: o escândalo Erenice.
E o que foi feito?
Fomos forçados a fazer uma reaproximação entre Lula e Dilma de emergência.
Mas Lula não se excedeu nos comícios?
De certa forma, sim. Mas isso é até explicável. A presença de um político no palanque permite certo tipo de arroubo que a propaganda eleitoral não comporta. Acontece que alguém quando está no palanque esquece que trechos editados de sua fala podem aparecer em telejornais de grande audiência.
Na passagem do 1º para o 2º turno, ele deu uma sumida. Por quê?
Foi por um período muito curto. Foi intencional por dois motivos. Primeiro, porque era necessário dar um certo refresco para a imagem do presidente por causa do uso excessivo em todas as campanhas em todas as unidades da Federação. Os candidatos em todos os níveis usaram e abusaram da imagem de Lula de forma excessiva e até irresponsável como nunca ocorrera antes.
Segundo, estávamos fazendo um reposicionamento estratégico, e antes que as transições conceituais ficassem claras, era importante preservar o nosso principal trunfo, que era o presidente. Foi uma operação tão delicada e corajosa que o próprio presidente Lula, na passagem do primeiro para o segundo turno, chegou a me questionar a respeito.
Muitos temeram a derrota nessa fase?
Temer a derrota é inerente a qualquer um envolvido em uma campanha. Sobretudo quando há uma quebra de expectativa, que foi o que ocorreu com a ida para o segundo turno.
De certa maneira, esse mesmo sentimento perpassou a campanha de 2006, no início daquele segundo turno.
Quando Dilma teve câncer, o que a área de marketing da pré-campanha fez?
Primeiro, foi um susto. Uma situação insólita. Iniciar uma campanha com uma candidata pouco conhecida e enfrentando um desafio dessa magnitude. Só havia então um caminho que era buscar o máximo de transparência. Todo o tratamento foi ampla e livremente noticiado pela mídia. Num caso como este não se pode, nem se deve inventar ou maquiar nada. A verdade é o melhor remédio. Até porque ela sempre prevalece.
A sua contratação ocorreu a partir de quando?
O PT me contratou para dar consultoria e fazer as propagandas partidárias em 2009.
Como Dilma reagiu à necessidade de fazer operação plástica no rosto e na região do pescoço, mudar o vestuário, treinar oratória, aceitar cabeleireiro e maquiadora sempre perto?
Variou. A decisão de fazer a operação plástica, por exemplo, foi dela. Como toda mulher, quando se trata de estética, ela gosta de ela mesma tomar iniciativa. Ou, pelo menos, de pensar que foi dela a decisão.
Por que Dilma tem dificuldade para falar em público, às vezes não completando um raciocínio?
Durante toda a sua vida, Dilma foi treinada mais para fazer do que para falar. Além disso, ela é daquelas pessoas que tem raciocínio mais rápido do que a verbalização. E algo ainda mais complexo: imagine uma pessoa que nunca foi candidata a nada inaugurando sua vida eleitoral sendo candidata a presidente de um país do tamanho do Brasil?
Tudo isso provoca um tipo de tensão e ansiedade que obviamente repercute na maneira de se comunicar. Porém, o mais surpreendente, é que Dilma superou todos esses obstáculos de maneira brilhante. O mérito maior é dela.
Como era sua equipe na campanha?
Tive a felicidade de formar um “dream team”. Cerca de 200 pessoas estiveram envolvidas. Alguns já trabalhavam comigo há muito anos como Eduardo Costa, meu braço direito e um dos grandes responsáveis pelo sucesso da campanha. Outros se reaproximaram e foram fundamentais como Marcelo Kértesz, Lô Politi e Giovani Lima, como diretores de vídeo. Sem falar da presença essencial de Mônica Moura, minha mulher e sócia.
Como presidente Lula interagiu com Dilma durante a campanha?
Em termos presenciais, o contato foi muito menor do que quando ela estava no governo.
Haveria alguma forma de o PSDB usar de maneira positiva, em nível nacional, a imagem de FHC em uma campanha presidencial?
Num período muito curto de campanha, seria muito difícil, quase impossível. Se eu estivesse no lugar de Luiz Gonzalez [publicitário da campanha de José Serra], que considero um dos melhores marqueteiros do Brasil, talvez eu fizesse o mesmo que ele fez.
O uso da imagem de FHC só seria viável eleitoralmente depois de um trabalho consistente ao longo de um período de vários anos. Seria preciso recuperar uma narrativa do governo tucano, que teve méritos, mas ficou com a imagem avariada por causa do final da administração FHC.
Creio ter havido um desleixo da parte do próprio Fernando Henrique, com uma atitude olímpica. Quem sabe, por vício acadêmico, ele esperava um resgate histórico que viesse apenas por gravidade. Mas, no seu caso, seria necessário mais do que isso. Ele e seu partido teriam de se esforçar para defender a imagem daquela administração, deixando de lado a timidez ou o medo que demonstram ter.
Teria sido possível neste ano eleger José Serra ou algum candidato de oposição? Com qual estratégia?
Muito improvável. A menos que cometêssemos alguns erros e a oposição milhões de acertos
Aécio Neves teria tido condições de vencer Dilma?
Poderia ter feito uma campanha mais bonita e mais vibrante do que Serra. Mas mesmo assim seria derrotado.
Como foi e com qual frequência se deu neste ano sua relação com o publicitário de Serra, Luiz González?
Sempre tivemos uma boa relação. Admiro o González tanto por sua competência como por seu caráter. E é sempre uma parada dura enfrentá-lo numa campanha. Nos falamos várias vezes durante esta campanha para negociarmos regras de debates e outros detalhes envolvendo participações dos nossos candidatos.
A negociação mais insólita foi quando liguei, pra ele, na véspera do Círio de Belém, sugerindo que abríssemos mão da propaganda eleitoral na TV no dia da festa, no Pará. Ele pediu pra consultar o Serra e topou. Tenho certeza que os paraenses gostaram muito desta atitude e Nossa Senhora de Nazaré, com certeza, abençoou os dois candidatos.
Esta eleição teve dez debates. Quais foram os mais úteis eleitoralmente? Os da Globo, pela alta audiência?
Todos foram importantes, mas nenhum decisivo.
Todos os debates foram engessados por regras impostas pelos candidatos e seus assessores. O que seria necessário para haver debates mais livres?
Os debates, como algumas regras da propaganda eleitoral, têm de ser revistos. O problema dos debates é que dependem da vontade dos candidatos. E vontade dos candidatos é a coisa mais difícil de administrar.
E no caso do horário eleitoral, o que pode ser feito?
Eu acho que a lei de propaganda eleitoral é uma das mais modernas do mundo. Porém, há situações anômalas que devem ser corrigidas. Por exemplo, a legislação sobre pré-campanha. Outra, a legislação do segundo turno.
No caso do segundo turno, como está concebido, é uma violência contra os candidatos, contra os partidos, contra os eleitores e contra as equipes que produzem os programas eleitorais. Deveria haver menos propaganda, mais debates obrigatórios, mais liberdade de entrevistas nos meios de comunicação eletrônicos e a eleição em si ser mais próxima da do primeiro turno.
Qual foi a importância da internet na campanha?
Ao contrário do que se fala, a internet teve um papel importante nesta eleição. Pena que tenha sido usada, muito fortemente, para veicular campanha negativa raivosa, anônima e, muitas vezes, criminosa. Isso terminou por diminuir muito a credibilidade do material que circulava na web. Mas a cada dia o papel da internet será maior nas eleições brasileiras. E isso é muito bom para a disputa eleitoral e para o avanço democrático.
Nos EUA, a web é usada na difusão de propaganda negativa, mas também na arrecadação de fundos. Quando haverá isso aqui?
Como já disse, houve um predomínio de propaganda negativa. Mas a mobilização nas redes sociais foi também intensa. Esta é a grande chave, no futuro, para aumentar o impacto da web nas eleições.
Qual foi o saldo da contratação de técnicos que trabalharam na campanha da web de Barack Obama?
A participação deles ficou praticamente restrita à transferência de tecnologia e de ferramentas. Não participaram da estratégia nem da conceituação da campanha em nenhum nível. Mas são profissionais bem competentes em sua área.
Teria sido possível eleger algum outro ministro técnico como Dilma usando a mesma estratégia?
Acho que seria muito difícil. A escolha de Dilma foi uma das maiores provas da intuição e da genialidade política do presidente Lula. Eu tive o privilégio de ser uma das primeiras pessoas a saber da decisão do presidente e a fazer estudos sobre isso, a pedido dele.
Desde o início ficou claro que a transferência de votos se daria de forma harmônica e fluídica. Está provado que a transferência, na maioria das vezes, se dá mais pelas características do receptor do que do doador. De todos os possíveis candidatos, Dilma reunia as melhores condições para isso. Era mulher, ocupava um papel-chave no governo, tinha passado e presente limpos, era competente, firme, corajosa, combativa e tinha fidelidade absoluta ao presidente.
Além disso, por causa do tipo de personalidade de Lula, era muito mais natural e com maior poder de sedução junto ao seu eleitorado, ele pedir voto para uma mulher do que para um homem.
Em 2014, os parâmetros de exigência da população estarão elevados para outro patamar e o Bolsa Família terá menos importância?
Primeiro é bom esclarecer, que no campo da psicologia do voto, o Bolsa Família é percebido pelos seus beneficiários como um detalhe importante, porém um detalhe, de uma coisa ainda maior e mais forte para eles que é o olhar social do governo Lula.
O programa, em si, tem apelo eleitoral? Tem. Porém menos do que se apregoa. E, como já disse, não funciona de forma isolada. Acho que poucos governos, como o do presidente Lula, e, tenho certeza, o da presidenta Dilma, reúnem tantas condições de poder acompanhar o que você chama de elevação de parâmetros de exigência da população.
Na verdade é mais do que isso. Quando o governo Lula retirou 28 milhões de pessoas da miséria e levou 36 milhões para a classe média estava, ao mesmo tempo, dando vida digna e cidadania a estas pessoas, elevando seu nível de vida e, simultaneamente, elevando os seus ‘parâmetros de exigência’. Ou seja, as políticas públicas de Lula e de Dilma são maiores do que qualquer tipo de pragmatismo eleitoral.
Se quiser vencer, o que deve fazer a oposição daqui até 2014?
Não me sinto apto a dar conselhos à oposição. Ela tem consultores mais competentes do que eu para isso.
O sr. foi convidado a continuar prestando assessoria de imagem e marketing para Dilma Rousseff?
A presidenta eleita não me falou nada sobre isso e eu tenho uma agenda internacional carregada, nos próximos três anos, que atrapalharia bastante um trabalho deste tipo.
Uma ala do PT, entre os quais José Dirceu e Fernando Pimentel, desejava a sua saída e a volta de Duda Mendonça. Como foi essa disputa?
É natural que na política, nos negócios e no amor as pessoas queiram se associar com quem têm afinidade. Até hoje, não sei exatamente quem participou dessa articulação. Só sei que foi um grupo muito pequeno e que não contava com o apoio da cúpula da campanha nem do PT. Lula e Dilma sempre me apoiaram integralmente. O ex-presidente do PT Ricardo Berzoini e o presidente atual da legenda, José Eduardo Dutra, sempre me deram todo apoio.
Quais são os seus planos profissionais a partir de agora?
Eu tenho muitos clientes fora do Brasil e provavelmente me dedique mais a eles, nos próximos dois anos. Estou examinando também, com carinho, uma proposta de sociedade de uma empresa americana de marketing político para atuação junto ao eleitorado latino, nos Estados Unidos.
Quero ver, também, se tenho tempo de terminar dois livros que estou escrevendo, um romance e outro sobre marketing político. Além disso, quero ver se volto a me dedicar à música.
Quanto o sr. cobrou para fazer a campanha de Dilma Rousseff?
O custo total da área de propaganda e marketing, incluindo as pesquisas qualitativas e as quantis estratégicas, foi de R$ 44 milhões.
O Brasil é o país latino-americano no qual as campanhas políticas são as mais caras?
O custo das campanhas no Brasil está diretamente relacionado ao tamanho do eleitorado, à força de sua economia e à qualidade e sofisticação do seu marketing eleitoral. Sem dúvida, um dos melhores do mundo.
Continua a existir uma imagem negativa dos marqueteiros. Esse é um problema de marketing que os principais envolvidos não conseguem solucionar?
Acho que esta suposta imagem negativa está circunscrita a determinados setores da sociedade que não entendem –ou não querem entender– o verdadeiro papel do marketing político.
Para a maioria da população ocorre exatamente o contrário: há uma profunda curiosidade e atração pelo nosso trabalho. Assim como somos um país com dezenas de milhões de técnicos de futebol, estamos também nos transformando num país com milhões de marqueteiros.
É incrível como hoje todo mundo discute e “entende” de marketing político. Chega a ser pitoresco, nos grupos de pesquisa qualitativa, como eleitores de todas as camadas sociais comentam, opinam e desvendam os segredos do marketing. É uma escola de prática de política.
Há semelhanças entre a transferência de poder do russo Vladimir Putin para Dmitri Medvedev, em 2008, e agora no caso dos brasileiros Lula e Dilma?
Li sobre isso na mídia internacional. É um equívoco absoluto, uma leitura caricata e ligeira. A democracia no Brasil é mais complexa e sofisticada. Mas isso me faz lembrar uma história curiosa.
Como a eleição brasileira chama a atenção em vários países, no início de maio, um emissário não oficial do governo russo mandou um recado para a campanha de Dilma. Essa pessoa queria oferecer o que seria uma técnica que dizia ser infalível de transferência de votos baseada na experiência exitosa de Putin para Medvedev.
Demos muita risada e é claro que recusamos. Mas tenho a impressão que um ou outro integrante da nossa campanha chegou a ficar tentado em pelo menos ouvir o que os russos tinham a dizer. Mas é óbvio que nenhum contato foi feito, embora o episódio demonstre como era imprevisível para alguns a capacidade de Lula de transferir votos para Dilma.




Fantastica entrevista mesmo.
Eduardo, essa entrevista é um excelente material sobre o pleito recém-realizado e, de fato, é um forte indicador do que temos defendido aqui: o povo brasileiro deixou de ser massa de manobra nas mãos de políticos. Quem não entender isso, continuará a sofrer derrotas até adquirir clareza suficiente para superar seus próprios dogmas e preconceitos… Mas acredito que Aécio, como nova liderança da oposição, não tenha a mesma mente tacanha que o recém-derrotado, pífio e patético candidato conservador. É esperar para ver…
DiFini, também pensava assim, mas, depois do dossiê que o Amauri Jr. denunciou recentemente, e o Aécio tirou seu time de campo.
Acredito que esta direita carcomida não tenha mais repreesentantes não. Não é para ficar com a pulga atráz da orelha, não é estranho?
Esta entrevista é indispensável para se entender o processo eleitoral que vivemos nos últimos meses. As afirmações qualificadas do João Santana corroboram a sua tese e ainda confirmam o engodo que foi a candidatura da oposição. Com toda a blindagem feita ao candidato José Serra ele chegou no dia da eleição com 43% de rejeição – isso dá mais de 50% nos votos válidos – relativizando com isso o poder de manipulação da mídia corporativa. Podemos concluir que se tivéssemos a comunicação mais democratizada a surra seria de proporções gigantescas. Podemos inferir também que falta a uma parcela, relativamente, pequena do eleitorado desacreditar de vez dos "formadores de opinião" ligados aos latifúndios midiáticos. O caminho para o equilíbrio é mexer no atual modelo de comunicação.
concordo c o sr Antonio Martins, e calculo que talvez uns 30% dos votos dados a serra foram devido a manipulacoes da midia. sds.
Não passa de um monte de colocações para vender a imagem de vencedor para os próximos milhões a serem faturados. O texcto é um moto-contínuo de exaltação ao Lula.
Quem ganhou a eleição foi o Lula, que usou todos artifício (muitos até ilegais, conforme a OAB) e detonou bilhões em dinheiro público para colocar a Dilma lá, ou alguem realmente acha que o PT pagou todos os palanques do Lula ou que o Lula só trabalhou para Dilma nas horas vagas.
O resto é resto e certamente o mundo blogueiro não foi responsável por mais de 0,005% desta vitória e nem pela derrota.
O muindo verdadeiro do Brasil na internet esta no ORKUT, MSN e Twitter.
Como blogueiro desde 2006, tendo um dos blogs políticos mais acessados, sei muito mais do que você sobre \”O mundo verdadeiro do Brasil na internet\” e posso lhe garantir que está enganado. Orkut e Twitter servem apenas para troca de impressões entre as militâncias – já o MSN não tem nada que ver com a história. A propagação de idéias se dá estritamente nos blogs, sites e grandes portais. O Twitter, por exemplo, para além da guerra de militantes, serve como agregador, ferramenta para remeter o internauta aos sites e blogs, o que demonstra a estatística de que 70% dos links postados na ferramenta são acessados. Aliás, a importância da blogosfera foi tão \”pequena\” que Serra dedicou boa parte de sua infrutífera campanha a demonizar \”blogs sujos\”. Não lhe parece muito esforço para algo que você considera tão desimportante?
Mais uma vez vc passa a largo da colocação principal colocada para responder ao assunto secundário.
Concentre-se no restante do meu texto.
Quanto ao fato de vc ser blogueiro sabemos.
Que vc não é remunerado para tanto, tb ja sabemos.
Quem ganhou a eleição foi o Lula, que usou todos artifício (muitos até ilegais, conforme a OAB) e detonou bilhões em dinheiro público para colocar a Dilma lá, ou alguem realmente acha que o PT pagou todos os palanques do Lula ou que o Lula só trabalhou para Dilma nas horas vagas.
Isto sim merece ser considerado por todos que pagam impostos.
Eu particularmente considero estes gastos uma malversação de dinheiro público.
Mas certamente Lula tem se guiado na absoluta legalidade de todos seus atos durante o pleito.
E vc como chamaria??
É uma coisa de maluco. Você diz que "conforme a OAB" Lula cometeu "ilegalidades". Segundo a Justiça Eleitoral, Lula, Serra, Dilma e Marina cometeram infrações da lei eleitoral por "campanha antecipada" e todos foram multados. Você diz que foi só Lula e não diz o que foi para dar uma aparência de algum crime terrível cometido pelo presidente. Depois acusa o PT formalmente de ter roubado dinheiro público para financiar a campanha de Dilma. Ora, eu poderia usar o mesmo artifício e acusar Serra de ter roubado dinheiro dos paulistas para fazer a sua campanha. Não faço porque é uma ilação. Uma suposição. Você não tem provas. Nem eu. Se fizesse essa acusação contra mim, eu te processaria e te arrancaria as calças. Mas partidos não processam cidadãos comuns, ao menos por tão pouco. Assim, você não será processado pelo PT e continuará mentindo sobre o partido desbragadamente. Quem quiser que acredite em você, até porque o PSDB diz a mesma coisa. Graças a Deus a maioria não acreditou nele, e foi justamente pelas razões que elenquei. Resta-lhe acusar o eleitorado que era sábio na época de FHC de ser burro hoje. Ou de Dilma ter vencido graças aos tão odiados (por vocês) nordestinos. Enfim, choradeira de derrotado e delírios nazi-fascistas que a lei já está tratando de punir.
… após esta resposta que o Eduardo te deu abaixo, vá chorar suas mágoas com o Tio Rei ! vocês se merecem, trollzinho !!
A OAB não é o suprasumo da sabedoria não, Campineiro, lá dentro está cheio de gente que não sabe porcaria nenhuma do que acontece fora do mudinho mediocre deles. Levante a cabeça, amigo, que você enxergará um mundo diferente, se bom ou ruim cabe a você descidir, mas com certeza diferente. Seja feliz, criança!
Campineiro. Dois conselhos para você!
1º – De acordo com as suas afirmações procure o Ministério Público e/ou a Polícia Federal;
2º – Procure também um Psiquiatra, ok.
Quem está sendo processado por improbidade administrativa é o seu herói, o (S)erra.
Não seja intolerante e seja feliz novamente com a Dilma.
Campineiro, bilhão gasto para eleger Dilma ? onde está seu senso crítico.
Bilhão foi a fuga de recursos via conta CC5 do Banestado durante a privataria tucana, ali foi exatamente 85 Bi R$, ou vc desconhece esse fato ? vá pesquisar sobre a Satiagraha…
"detonou bilhões em dinheiro público para colocar a Dilma lá":
Mentira pura. Mostre nos a sua "fonte" com link de referencia, de preferencia nao-lunatico.
Pra falar uma besteira dessas voce da a impressao que nem sabe o que "bilhoes" significa.
"já o MSN não tem nada que ver com a história": kikikikikikiki…
Dorklandia? Tudo a ver com a direita brasileira, Edu…
Tá babando de ódio Campineiro, não adianta é Dilma 2011……já foi
Deixa de ser enganador, pois bolinha de papel não machuca e não causa dor……..
Só pra relembrar o samba do ano: http://cloacanews.blogspot.com/2010/10/o-samba-pe…
Quem em sã consciência falaria mal de si mesmo?
Propaganda maior do que a vitória da Dilma…Nestas horas a imagem dele de vencedor já se propagou pelo mundo, ele esta com agenda comprometida para os próximos 4 anos principalmente no exterior.
De a mão a palmatória rapaz, o cara é um excelente profissional o melhor de sua área, pergunta pro marqueteiro do Serra.
Quem perdeu a eleição foi o Serra, que usou todos artifícios (muitos até ilegais, conforme resultados das urnas) e detonou bilhões em dinheiro público (Metro, Rodoanel, SUS) arrecado pelo Paulo Preto.
Ele deveria ter contratado o Nelson Rubens, já que era pra fazer fofoca, ia sair mais barato.
Nossa Campineiro,relaxe.
Não adianta vir com teorias furadas.
Serra perdeu…Leu direitinho?Perdeu!!!!!!!
Tome água de Melissa,vc se sentirá melhor.
Campineiro, considerando tudo que leio de você neste blog, acho que tenho a chave para o seu problema: você devia dar o… seu voto de confiança no próximo governo. Ia se sentir bem melhor. Mais tranquilo e desanuviado. Todo esse tormento pode ter fim…
aí é que tá: será que alguém quer o voto dele?
pelo jeito o Campineiro vai continuar ânusviado.
Uma análise mais apurada desta eleição presidencial fica mais próxima da verdade se incorporando a ela, esta excelente entrevista com João Santana. Ninguém melhor do que ele para nos explicar determinados questionamentos que fazíamos como por exemplo, a distância de Lula na TV em momentos de crise. Muitos repetiam, "por onde anda Lula", e agora está explicado e entendido. Dentre outras situações. Muitas dúvidas que tinha, já não as tenho mais. Oportuna e enriquecedora esta entrevista.
http://easonfn.wordpress.com
Concordo que o eleitorado brasileiro está cada vez mais consciente. No entanto, boa parte dele ainda se guia pelo PIG – Partido da Imprensa Golpista – e tende à direita.
Precisamos de uma Lei Geral das Comunicações. A mídia não está acima das leis. Não pode cometer crime de injúria, calúnia e difamação impunemente.
queria falar da foto. como dilma aparece resignada, pensando, tenho q ouvir o mestre me ensinar o q precisa ser feito. e foi ele q escolheu, torna td mais espetacular . gostei da entrevista e esse joão santana é bom msm.
“O eleitorado brasileiro é, hoje, um dos mais maduros do mundo. E cada dia sabe jogar melhor”.
Que diga as eleições de Tiririca, Romário e Jader Barbalho.
Agora eu sei porque esse pessoal faz campanha contra a mídia.
Você se concentra em decisão de uma minoria quando o assunto é o amadurecimento da maioria. Tiririca foi eleito por 1 milhão de pessoas e o eleitorado brasileiro tem 130 milhões. O fato de haver gente burra – sobretudo em São Paulo, que sempre elege os piores, vide Maluf, Clodovil, Enéas – não significa que a maioria dos brasileiros não tenha amadurecido. O mesmo eleitorado que era dito inteligente – sobretudo o do Nordeste – quando votava em massa em FHC, agora virou burro. O fato é que desde Collor que o eleitorado aprendeu a ser seletivo na escolha dos presidentes. FHC foi um avanço em termos de escolha. Lula foi um avanço maior ainda. Dilma foi uma decisão racional dos brasileiros, de continuidade de um projeto que está dando certo. A aposta na burrice que gente como você fez fracassou e continuará fracassando, porque a derrota não lhes ensinou nada. Apenas os deixou mais furiosos, e os furiosos são aqueles que não conseguem pensar.
quem disse que Tiririca e Romário não possuem conteúdo? O Tiririca não possui conteúdo pq possui baixa ou baixíssima escolaridade? Pq é semi-alfabetizado?
Meu pai, que Deus o tenha, me ensinou que na vida vale tanto o lido quando o corrido.
As pessoas têm intuição, feeling, etc…. Isto não está, obrigatoriamente, ligado à escolaridade
Certíssima, Hilda, pois meu pai tem 83 anos, estudou até o 3 ano do ensino fundamental e é mais antenado com os acontecimentos ao redor do mundo do que muitos jovens.Gostaria que o Campineiro sentasse numa cadeira de balanço ou numa rede na varanda de casa, de frente com meu pai, pra saber o que é política e como se vive a política. Em tempo, meu pai é semianalfabeto, nordestino do sertão cearense, mas estou careca de vê-lo colocar muito doutor no bolso. A maior escola é a escola da experiência.
Não tem frase mais mentirosa do que essa. Toda eleição é sempre o mesmo clichê, como se a política no país não estivesse no seu pior nível na História Republicana. Tem razão o comentarista aí de cima: se fosse assim Sarneys e Malufs não seriam eleitos . Ou para agradar aos lullo-petistas, nem Alckmins. Em SP também o eleitor amadureceu? Ou só o é quando elege gente do PT? Somente alguns poucos tem a perspicácia de perceber que apenas mudam os atores, mas o roteiro é sempre o mesmo. O resultado em MG desmente essa falácia: um governador do PSDB foi eleito em primeiro turno por ampla maioria, mas Dilma venceu no Estado. Isso é ser maduro? É preciso tomar cuidado: o eleitorado pode amaducerer tanto que pode apodrecer…
Hilda Lima, mas, uma coisa você (ou a Srª com todo respeito) tem que concordar comigo.
Todos os relacionados acima são muito melhores que o (S)erra, né!
Hilda, cometi um lapso. Tem que tirar o Jader Barbalho da lista. Jader Barbalho, por sua vez, é réu por crimes como estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e contra o sistema financeiro nacional.
Pelo que me consta, o Tiririca é um bom humorista e o Romário, um grande artilheiro!
Não se trata de "historias de vencedor" como dito em comentarios, se trata de como colocar em prática e transformar em realidade, a genialidade politica de Lula, na escolha de seu sucessor. Santana percebeu desde o começo que era uma campanha exitosa e soube equaciona-la. Se fosse outro o candidato escolhido, talvez o resultado não fosse o mesmo.
O olho do PIG é transverso, caolho e vesgo.
Para eles Dilma ainda não ganhou a eleição.
Concordo plenamente que o povo brasileiro amadureceu e sabe votar.
Discordo que Erenice tenha levado a campanha para o 2º turno, aqui é apenas o olho do PIG atuando.
Quem levou para o 2º turno foi Marina Silva no debate da Record, ela ganhou o debate aproveitando-se enquanto Dilma era baleada pelos outros candidatos apresentava seu plano de governo, e dai em diante cresceu o numero de votos para ela.
Serra perdeu não somente por carregar o peso FHC, mas porque sua campanha foi suja, ele transformou ela em um TV Fama, fofoca em cima de fofoca e as vezes em uma novela da golobo, e como esta no inconsciente coletivo do povo que não passa de ficção ninguém acreditou mesmo, todos sabem que o vilão inventa muito e depois foge para a frança.
Esta entrevista é genial porque as informações surgem aos borbotões! Gostei de ver que a produção do marketing político não pode partir do nada. Ela parte de uma matéria prima que são os próprios candidatos com seus atributos e em função de objetivos escalonados. Gostei da intuição do marqueteiro sobre o quanto podemos nos surpreender com Dilma. Isso me fez lembrar de uma amiga, já falecida, que estivera com Dilma no Presídio Tiradentes. Falou-me várias vezes da importância da autodisciplina para viver aquela situação limite e como elas conseguiam se organizar e estudar. Lembro-me que gostavam de estudar línguas. As experiências por mais duras que sejam moldam o caráter e a sensibilidade, isso que denominei matéria prima.
Muito boa a entrevista! Quanto à escolha da Folha para a manchete, já era esperada, né?
Prezado Eduardo, muito boa a entrevista e é verdade que o eleitorado brasileiro está amadurecendo.
Por outro lado, quando vejo 44 milhões de votos no candidato oponente… um candidato totalmente vazio…medíocre demais…. fim de carreira deprimente…. 44 milhões de votos…. o eleitorado tem que amadurecer mais.
Antigamente, não eram 44% e sim mais de 50%. Esse foi o progresso que o país fez.
Sem contar que a candidata Dilma era o poste, ninguém conhecia sua história, sua vida politica, ninguém poderia pensar que uma pessoa distante do conhecimento do povo brasileiro poderia disputar a presidencia com o Serra e vencer o preparado, o " competente ", " o melhor ministro da saúde ", o prefeito, o governador, o senador ," o criador dos genéricos ", " o criador do seguro desemprego ", enfim o todo poderoso Serra amigo e sócio da grande imprensa e da elite encrustada no poder à quase duzentos anos.
Não foi pouco não, é uma VITÓRIA do povo brasileiro com Lula e sua continuidade com Dilma.
Osvaldo, você se esqueceu de acrescentar, mais uma “qualidade” do Serrote : “Professor de Deus”….
O mesmo eleitorado que elegeu Collor e FHC, elegeu Luis Inácio e Dilma. Não é a maioria que elege? O resto é chorumela, arenga e lenga-lenga.
Destaque-se também que a iniciativa da uol e o fato deste Blog, o do Eduardo Guimarães dar o destaque merecido a esas declarações confirma a deca dência do jornalismo brasileiro, que prefere abordar o vestuário da futura presidente, a reaquecer as mentiras e baixarias da campanha e a procurar intrigar componentes do atual e futuro governos.´. Informação importante, como essa, está fora da grande mídia!
Renovados parabéns ao Eduardo Guimarães pelo verdadeiro faro jornalístico (embora não profisionalment, ao que parece)
Cada um diz uma coisa.
O Lula vai ser candidato a Presidente em 2014! O Lula vai para a ONU! è o Lula quem vai governar, não é a Dilma.
Eu já descobri o que ele vai fazer. Vai organizar a oposição!
Não tem ninguém lá com competência para tanto. Até isso ele é que vai consertar.
João Ferreira, muito, mas muito boa mesmo!
O pior é que êles sabem que o Lula tem competência para isto!
Valeu.
Pergunta que não quer calar
Este marqueteiro foi pago pelo Caixa 1 ou como o outro , pelo caixa 2, ou como gostam, com recursos não contabilizados??
Vamos combinar uma coisa: recebo de 600 a 1000 comentários por dia. Se ficar respondendo a cada engraçadinho de direita que decide vir aqui me aporrinhar com besteiras como essa, terei que parar até de trabalhar, comer e dormir. Sua acusação ao PT pode ser feita ao PSDB. É uma acusação sem provas como as que derrotaram o PSDB na última eleição. Além do mais, isto aqui é um espaço para debates sérios, com argumentos. Se tem alguma coisa concreta a dizer, diga. Se voltar a ficar fazendo provocações – tática de todos os trolls anônimos tão descrita em uma vastidão de textos na internet -, negócio é deletá-lo de vez. Não quero fazê-lo porque você às vezes levanta boas discussões, quando abdica do papel de provocador. Isso que você fez nos últimos comentários é tática de quem não tem o que dizer e se vinga da derrota do seu candidato tentando subverter as discussões sérias. Gastei todo esse tempo com você. Tenho mais 72 comentários para ler e moderar, espalhados por posts nos últimos sete meses. Não continuarei fazendo isso, portanto. Mais um comentário jocoso ou provocador e mando você pro limbo. Te deleto e nem chegarei a ler suas postagens. Se criar outro perfil, deleto sem ler. É meu último aviso.
Se qualquer opositor ao governo tivesse qualquer pecado a rede de espionagem petista ja teria exposto ao publico.
"É uma acusação sem provas como as que derrotaram o PSDB na última eleição. "
Que prova seria necessária além da CONFISSÃO do Sr Duda Mendonça de que recebeu "por fora" em paraíso fiscal? E se a linha de defesa do PT no mensalão era de que eram "recursos não contabilizados" (palavras do impagável Delúbio)?? Ver: http://www.aeconomiadobrasil.com.br/artigo.php?ar…
Pena que não tenho legitimidade jurídica para processar criminosos como você por acusações sem provas contra todo um partido. Então devemos condenar todo o PSDB pelo envolvimento do então presidente do partido Eduardo Azeredo no mensalão mineiro, seu sem-vergonha? IP do bandido é 201.80.205.19
então cara, peça pro Itagiba investigar…
é Edu, haja paciência pra você responder essas sandices desse troll acima !!
Caixa 1, 2,10,100,1000… mas foi pago.
E o marqueteiro do PSDB que briga na justiça até hoje pra receber por serviços prestados ao PSDB na campanha de 2006.
Feio hein. Perde a eleição e dá colote, e ainda aplicam golpe neles mesmos como no caso recente dos R$ 4 milhões do PP. É cobra engolindo cobra.
Eduardo, mais uma ótima entrevista e nos mostra o quanto a PIG tem ainda grande importância para candidatos do tipo (S)erra. Anteriormente havia comentado que boa parcela de nossa população poderia ser rotulada na ora das eleições como: desinformada, ignorante, alienada e mal intencionada. Posto esta afirmação, vejo que nossa população, em sia maioria, é mal informada devido a PIG. Pesquisando sobre o que atualmente obrigatório pelo STE, a certidão negativa, vejo que em nenhum momento foi colocado na mídia que o Sr. José (S)erra possui 17 processos, sendo que três processos por improbidade administrativa na Justiça Federal do Distrito Federal, referentes ao Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer), implementado no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso para ajudar instituições financeiras em apuros. O custo do programa, segundo economistas da Cepal chegou a 12,3% do PIB do país à época. Serra era, então, o ministro do Planejamento, e os processos envolvem a área econômica do governo FHC, que elaborou e tomou as decisões realtivas ao Proer. (Fonte: Congresso em foco). continua……..
Conforme verificado, já houve uma decisão monocrática (ou seja, de um único juiz) em favor da denúncia. A juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, considerou que houve dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso (ver Congresso em foco). Ora, vocês acham que o número de votos alcançado pelo candidato seria este.
Concordo com o Sr. Roberto Loctelli em sua explanação feita acima e gostaria de perguntar ao Sr. Campineiro em qual das quatro opções ele se enquadra, pois, os votos recebidos pela Srª Dilma ainda foram menos, e sua eleição deve-se a 83% de aprovação do governo Lula.
O dia em que a nossa população for melhor informa, tenham certeza, candidatos como o Sr. (S)erra não terão mais espaços na política e acredito que nos próximos oito anos da Srª Dilma, a política "VELHA" estará definitivamente enterrada.
assistam esse video.
http://www.youtube.com/watch?v=KxpP5F7NF5g&fe…
João Santana: “Não subestimem Dilma Rousseff”.. É isso aí … e deu pra bola
é impressão minha ou voce está censurando a divulgação da banda?
Desculpe fugir do post, mas o PIG quer pq quer desmoralizar o ENEM né Edu?
Até reporter vazando tema de redação a gente está vendo. Vergonha!!!
Fiquei encantada com o o João Santana. Acho que quando eu crescer vou ser marketeira.. rs.
Brincadeiras de lado, a análise dele é perfeita.
Interessante quando ele explica a dificuldade da Dilma de concluir a verbalização de um raciocínio.
Eu percebi isto durante a campanha e expliquei isto muitas vezes às pessoas que estavam por perto e que criticavam a Dilma por isto.
Jà tinha lido na UOL a entrevista com João Santana, ora até pouco tempo atrás tinha aversão de abrir tal pagina ou portal, UOL de tantas informações que descaracterizavam a nossa candidata, mas agora tudo mudou, Lula foi quem ganhou a eleição, Dilma nos ultimos 15 dias, mostrou-se mais Dilma, Ela após a eleição é outra mulher mais preparada,até musica da campanha já se pode ouvir no portal, a primeira entrevista foi ao Jornal Nacional, esqueceram o episódio da bolinha, e nós eleitores como ficamos com tudo isto? acredito que deveriam ser mais combativo e até as ultimas consequencias por cada palavra postada ou falda na mídia e aprender a ter vergonha na cara, não iria para a entrevista da UOL , não daria entrevista a Folha ou a Veja, muito menos ao Jornal Nacional. Agora tudo são Flores.
Gabriel, é um problema de educação, Ela (Srª Dilma) tem, êles (Veja, Uol, Folha, Globo) não!
Entrou um direitão aí com meu nome, por isso usarei o Sanches prá diferenciar desse cara. Eduardo, avisa o campineiro que o Luiz Gonzales marketeiro do Zé Chirico está na justiça prá receber a grana da campanha de 2006 que não recebeu até agora. A bagatela é 18milhões.
assistam esse video.
. http://www.youtube.com/watch?v=YmxNx2UT5Dk
Assisti todo o vídeo, vi uma pessoa comum, assim como eu, como nós. Como dizia o Bob Marley: Preocupe-se com sua conciência mais do que com sua reputação. A primeira é a sua alma, a segunda é o que os outros pensam de ti e o que os outros pensam de ti é problema deles.
Falar o quê? João Santana falou e disse. Elucidou de forma clara e honesta o que pudemos verificar durante toda a campanha. Admiro profissionais competentes, desde o setor mais humilde até os que precisam de maior conhecimento para desmpenhar suas funções. Foi muito bom a publicação e divulgação desta entrevista. Um forte abraço, Eduardo.
O PIG esta falindo mas continua mentindo e muito.
Imperdível esse vídeo.
http://www.youtube.com/watch?v=L2SGlnO2crI&fe…
Rsilva, comparar a revista (Não) Veja com jiló, pôxa, jiló é delicioso perto desta ruinvista!
Para o campineiro & cia.
- No dia 02 de Janeiro de 2011, um senhor de idade atravessa a Praça dos 3 poderes em Brasilia, sobe a rampa do Palácio do Planalto e fala para o guarda dos Dragões:
- Eu quero me entrevistar com o Sr. José Serra;
- O Dragão fala: o José Serra não mora aqui, ele perdeu a eleição;
- No dia seguinte, o mesmo senhor volta para o Palácio e fala para o mesmo Dragão: eu quero falar com o Sr. Serra. O Dragão educadamente fala: o Serra não mora aqui, ele perdeu a eleição.
- No terceiro dia, o mesmo senhor volta ao palácio e fala de novo para o mesmo Dragão: eu quero falar com o Sr. Serra. O Dragão, já visivelmente irritado fala: senhor, é o 3º dia que eu falo para o Sr. que o Serra não mora aqui, ele perdeu a eleição, não é o Presidente!
- O Senhor sorriu e falou: eu entendi muito bem o que voce me disse, MAS É QUE EU ADORO OUVIR ISSO! – Então o Dragão prestou uma continência ao cidadão e falou: ENTÃO ATÉ AMANHÃ SR.
Engraçado, Eduardo, que, no final do primeiro turno, tendo visto a vitória indo embora já naquela fase supostamente por conta do obscurantismo religioso, pensei: "o Eduardo Guimarães errou feio quando apostou na inteligência do eleitor; Serra e sua mídia acertaram ao apostar na burrice". Fui arrogante e mal-educado. E você estava com a razão. Parabéns!
Eduardo,
Merecia um post seu a retaliação quanto aos nordestinos.
Está tendo uma chamada hoje o dia inteiro, durante o futebol e durante o faustao, sobre o "extermin io" que está ocorrendo a moradores de rua… muito cruel essa guerra fria da informação….
Abraços
Afinal, quem foi eleito? Quem vai governar??
“Nós chegamos ao poder com a eleição de Dilma. Mas o PMDB pensa, sim, numa candidatura própria. Agora, dependerá das circunstâncias. Dependerá do que vai acontecer em 2013, 2014. Neste momento, quero enfatizar, o PMDB chegou ao poder. Não tenho dúvidas disso”.
Michel Temer, vice-presidente eleito, e presidente do PMDB, em entrevista a VEJA,
A credibilidade da VEJA não é maior que a sua. Nada do que esta escrito no panfleto deve ser levado a sério, continue se iludindo lendo a VEJA.
O poste no olho
É que na verdade eles viram…
Não viram!
Poste! Onde?!
“Não julguem, para que vocês não sejam julgados.”
A nossa querida presidente eleita, Dilma Rousseff, na época das eleições – apenas uma candidata discreta, apesar da sua grande atividade e eficiência durante toda a sua atuação como ministra competente, compromissada e responsável que foi desde o início do governo Lula, e ainda agora, assim como a posteriore, continua sendo uma das principais personalidades deste governo que vem se mostrando cada vez mais surpreendentemente competente e eficaz. Como diz Lula: “um animal político”. Uma fera administrativa.
Na bíblia , há duas características de guerreiro que bem a caracteriza, e, com fé em Deus, há de ela continuar estando enquadrada neles: na peleja – “…olhos de águia, cara de leão e perna de gazela.” e como lembra aconselhadamente a querida Marina Silva:na diplomacia – “…ser simples como uma pomba e prudente como uma serpente.”.
Bem, tentando voltar ao início do assunto: É que na verdade eles a enxergaram através de olhos vitrificados. Como quem vê um ser preso no âmbar. Eles a viram através dos seu velhos olhos cristalizados pelo conservadorismo. Olhos preconceituosos, de imagem e idéias fixas e inanimadas. Como um velho que perdeu completamente a visão devido a cristalização do cristalino dos olhos (catarata) e as imagem que recordam são aquelas que ficaram do passado quando até ainda tinha alguma visão! Bem, como conseqüências de um paradigma obsoleto e inadequado que os cegaram, eles não perceberam!
Na verdade não era um poste. Era, sim, o que continua sendo, e será, oxalá Deus, um poderoso guindaste cheio de recursos, bem estruturado, condizente com a necessidade da obra,daqueles de braço telescópico, de força hidráulica, que se estende ao logo e para o alto até aonde deve convenientemente ser estendido para dar a devida sustentação e suporte, imenso em comparação a alguns outros já não mais apropriados a exata demanta.
Chega a ter um caráter tragicômico a visão daqueles que a subestimaram. Como está escrito: Antes que queira tirar o cisco nos olhos do próximo, remove primeiro a viga (o poste) que bloqueia os teus. É aquela velha história: macaco não olha pro rabo! Ou seja: O rabudo só repara (enxerga) o rabo que os outros possuem.
Velhos e avariados postes acumulado. Apesar de se escorarem entre se percebem mutuamente. os, postes. Não percebem que dentro na própria casa está cheio de verdadeiros, porém decadentes e meramente representativos e simbólicos, postes. Que estão sendo carregados por aí, nos ombros de uma militância aguerrida, mas iludida e oprimida por estruturas ultrapassadas e oxidadas.
Que as suas arcaicas lâmpadas de idéias instaladas não serviram nem para lançar luz aqui em território próprio, quanto mais para levar alguma luz “interessante” em terras francas.
Não percebem que um destes (aquele que apregoaram aos quatro ventos e cantos do mundo ser “O maaaais preparado”) – foi levado lá, no local aonde, não à toa, é considerado Pólis Luces – a cidade luz. Não notaram que as luzes de suas idéias já são em muito inconveniente, fria, trêmula, inadequada e irritante. De fato, deu no que deu; alguém na praça tinha que se indignar: “Apaga a tua lâmpada que é melhor!”
Traduzindo: “por que não te calas?”
Já que a questão religiosa pairou em todo o período da campanha e ainda agora repercute, nada mais conveniente e coerente a toda esta situação e às suas conseqüências agora vivenciadas do que todo o capítulo 7 do livro do evangelho segundo Mateus – novo Testamento:
Não julgueis, para que não sejais julgados.
Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.
Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?
Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.
Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.
Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.
Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.
Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra?
Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra?
Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?
Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas.
Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela),
porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.
Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores.
Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?
Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus.
Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons.
Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.
Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.
Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?
Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.
Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha;
e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.
E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia;
e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.
Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina;
porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas.
Mateus, cap.: 7, vers.: 1 a 29
Inspirador, não?!
Hah! Companheiro do guerra! Porquanto com a sua própia régua pessoal mediu o próximo. Afinal já diz um ditado: As pessoas costumam julgar os outros com os olhos da sua própia cultura e costumes. De certo, é realmente chegada a hora de sedes simples e oportunamente postes, com direito a luminárias, condutores, transformadores, aterramento, linhas comunicativas com largas bandas, cabos e tudo o que tiver direito ou necessidade, mas que o sejam legalmente e com muita qualidade, logística e eficiência. Algo mais moderno, mais coetâneo. De acordo com as nossas reais aspirações! Original, entende?!
Então, não mais tão caros, camaradas inertes, que queiram ser postes, mas que o sejam com decência e caráter e nobreza. E assim sendo, tragam uma nova energia, uma nova luz, com conteúdo substancial e adequado. Que nos oriente o bom caminho e nos aqueça. Na época da chance que fostes guindastes, preferiste vender suas rodas e pneus para estoque dos guindastes alheios, a quem com espírito medíocre julgaste mais digno e soberano que o povo que outrora, oportuna, mas equivocadamente o escolheu. Na época ficastes condenados a estática da submissão, emcabrestados, conduzidos a chicote e a espora, servindo limitadamente apenas em um mesmo ponto sem nos mover para mais lugares de progresso. Estagnou, emperrou, oxidou, virou sucata, mais abra os olhos ainda não és peça de museu.
Ah! E quando àquela “poste” que não é poste – não esqueça: É um guindaste poderoso, atual e atuante a qual está na eminência de iniciar sua diligente atividade, da qual ela foi heroicamente alugada para executar com excelência por quatro anos. E de acordo com o contrato, extensivelmente por mais quatro anos, caso faça-se necessário, digo, oportuno. E ela será auxiliada por outros tão competentes guindaste e tratores e caçambas para construir novas e firmes pontes e portos e vias, infra e supraestruturadas, para integrarmos-nos soberanamente com mais intensidade e interação segura ao mundo desenvolvido.
Considere que agora, democraticamente, chegou a nossa vez. A obra agora é de outra empreitada, as máquinas são preventivamente sempre manutencionadas e os materiais são novos e cautelosamente avaliados. E, ao que já se observa, respectivamente, sempre que prontos, sempre que aprovados, são então corretamente aplicados e a obra está seguindo em frente!
A fila andou!
Dá lugar a outro!
Avança Brasil!
Viva Lula!
E que Deus nos abençoe através do trabalho de nossa presidente eleita – a bravíssima Dilma Vana Rousseff.
Eu já havia lido essa matéria antes e faz algum tempo estou "matutando" sobre ela. Eu não consigo ver dessa forma que ele descreve o amadurecimento do eleitor brasileiro.
Serra chegou perigosamente perto do final do primeiro turno para o início do segundo. Isso mostra que as pessoas não têm boa memória a respeito do passado recente do pais. Tão pouco se informaram a respeito desse cidadão e do partido dele.
Creio que tenha sido a dinâmica das pessoas de bem, que de repente transformaram-se em militantes a favor de Dilma, que pode alterar o quadro das eleições. A quantidade absurda de eleitores do Serra não credencia os eleitores brasileiros. Não mesmo! Votaram mal, muito mal. A vitória sobre Serra deveria ter sido esmagadora, por tudo que ele representa.
Que seja ligado o sinal de alerta.
Os eleitores brasileiros evoluíram bem menos do que eu pensava. Passado o calor da batalha, penso que essa vitória foi com gosto amargo. Ou muda-se a formação política das pessoas comuns, ou na próxima vez os reacionários vão chegar mais perto ainda do poder.
Talvez Aécio tivesse levado essa parada.
Calma, Leonardo, mudanças consistentes sempre ocorrem assim: de forma lenta.
Nosso papel é não abaixar a guarda, e continuar na nossa luta, conversando com as pessoas, lutando por uma melhor educação no país e combatendo o processo criminoso de desinformação perpetrado pela direita raivosa.
OFF TOPIC– nao pude resistir, nem voce vai resistir tampouco:
http://www.youtube.com/watch?v=ZigpnbNYkM8
"Serra loves Dilma". KKKKKKKKKKKKKKKKKKK…
http://bit.ly/d5MnSR – Documentário da BBC: "Racismo, A História" – para download
mentem tanto que ate começam a acreditar em suas proprias mentiras.( um eleitor dilmista me aplicou lula pagou a divida externa).
….
"O eleitorado brasileiro é, hoje, um dos mais maduros do mundo. E cada dia sabe jogar melhor”
…..
A resposta e dada por lula 2000 sobre as eleições de dilma 2010
..
lamentavelmente no brasil o voto não e ideologico ,lamentavelmente as pessoas não votam partidariamente, e lamentavelmente você tem uma parte da sociedade que pelo alto grau de empobrecimento ela e conduzida a pensar pelo ESTÔMAGO e não pela CABEÇA e por isso que se distribui tanta cesta basica(BOLSA FAMILIA) e por isso que se distribui tanto ticket de leite, por que isso? na verdade e uma peça de TROCA em epoca de eleição e assim você despolitiza o processo eleitoral, você trata o povo mais POBRE da mesma forma que cabral tratou os indios quando chegou no brasil tentando DISTRIBUIR bijouterias espelhos pra ganhar os indios eles distribuiem alimento você tem como logica manter a politica de DOMINAÇÃO que e secular no brasil.
…….. http://bit.ly/aUgj1a
Mais um demotucano com dor de cotovelo… O que você escreveu demonstra que não tem a menor noção do que seja a política de resgate social adotada pelo governo. Você é dos que chamam o bolsa-família de bolsa-esmola, não por achar que seja pouco o valor distribuído pelo governo, mas porque é contra qualquer política de redistribuição de renda. Na sua opinião, quem estiver por baixo que se dane; o governo tem é que trabalhar para manter o status privilegiado de quem está por cima. E conhecendo o discurso da sua ala política, você, provavelmente, acredita que a vitória de Dilma é devida ao "voto dos ignorantes do Norte/Nordeste". Essa maneira de pensar, na minha opinião, é compulsiva… São vocês que são incapazes de perceber o que é notório a todo o resto da população…
quem fez as afirmações foi o lula em 2000 deixei o link do video e autoexplicativo ,agora se quer acreditar em fadas unicornos acredite.
Ta longe o dia que estarei ao lado de esquerdistas do psdb .
DiFini, pelo que andam dizendo, a vertente social-democrata que o PT é e ocupa hoje, tem reais posssibilidades de permanecer por mais 3 ou 4 eleiçoes… Além DESTA!!! Para total desespero do aliançaliberal! hehe
Os pistoleiros da CBN ( rádio que troca notícia) continuam em campanha contra Lula, Dilma e o PT .
Os jagunços do PIG atiram contra o ENEM, contra a política externa, contra tudo .
E o presidente do PT fica * brincando com o twitter como um adolescente ginasiano .
Coitada da Presidenta Dilma, ter que aturar dirigentes tão displicentes .
Abs.
* Leiam as mensagens do Dutra no twitter e vocês verão quais as preocupações do dirigente do maior partido de esquerda da A.L. e que atua na administração num dos maiores países do mundo ( 8º potencia econômica mundial ) .
Falam tanto em direita e pergunto o que e direita para vcs ?
Você!
Falam tanto em direit mas o que e direita para vcs?
“Em 2014, os parâmetros de exigência da população estarão elevados para outro patamar e o Bolsa Família terá menos importância?”
Observaram uma coisa? Esse entrevistador mequetrefe não faz uma pergunta, e sim uma afirmativa. E alguns ainda questionam se a mídia não tem, não teve influência, sobre essa onda criminosa contra os nordestinos.
É muita arrogância para o meu gosto. Tiver que tomar dois dramin para suportar a empáfia desse Fernando Rodrigues.
Excelente entrevista, parabéns Eduardo. Ficou comprovado que marketeiro ajuda, mas não faz milagre. O que fez a diferença foram o 8 anos do governo Lula, principalmente!
"(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista." Pensem cidadãos, reflitam sobre o quanto nossa chamada grande imprensa foi parcial e não neutra nessas eleições, perceberam o poder de nossa Al Jazira. É por isso que os teóricos das comunicações chamam a imprensa de quarto poder.
VIVA A DEMOCRACIA!
VIVA A IMPRENSA ALTERNATIVA!
ABAIXO A IMPRENSA MERCENÁRIA E VENDIDA AO NEOLIBERALISMO E À ULTRADIREITA ( PiG)
Apesar de concordar com várias colocações de Santana, discordo de algumas : Primeiro acho que essa eleição mostrou o qaunto ainda somos atrasados politicamente : foi uma campanha moralista-religiosa primitiva, e não o caso Erenice, que levaram a eleição para o 2º turno, que ocorreu porque o eleitor identificou-se sim com uma candidata vazia, sem discurso nenhum, também lastreada por essa "capa udenista", tão cara aos conservadores brasileiros, falo de Marina Silva que, nessas eleições, assumiu junto com Serra o papel de artífice do atraso. Atraso esse que terá que ser combatido por Dilma, com a conscientizaçõa política massiva da sociedade, se quisermos novamente triunfar em 2014, quando não teremos mais tanta força do carisma de Lula, enfraquecido pela ascensão à condição de eleitores de uma geração de jovens que estarão votando pela primeira vez, não o conheceram, e que, observando-se o perfil reacionário que demonstraram os jovens atuais, se nada for feito, será comnposta por um bando de beatos retardados.
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