Mídia, Gurgel e Souza ameaçam o Estado de Direito

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A Constituição Brasileira de 1988, em seu artigo 5.°, inciso LVII, reza que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. Esse é um direito constitucional que vale para todos, dos réus no inquérito do mensalão a Carlinhos Cachoeira. Vale para você, leitor, e para aqueles dos quais diverge. Isso se chama democracia.

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal de conceder liminar desobrigando Cachoeira de depor na CPMI que leva seu nome é desagradável porque a culpabilidade do contraventor salta aos olhos, mas a garantia de um processo legal justo e a preservação de direitos constitucionais distinguem democracias de ditaduras.

A decisão do ministro do STF Celso de Melo pode retardar os trabalhos da CPMI, mas a argumentação de que novas acusações no processo não são do conhecimento da defesa do contraventor encerra razoabilidade. Que se dê à parte o conhecimento que pede e que o processo siga em frente.

Grave, porém, é a campanha midiática que tem o evidente intento de pressionar o Supremo Tribunal Federal a condenar in limine os envolvidos no inquérito do mensalão. Nesse contexto, a decisão de ontem do STF sinaliza que a Corte pode não deixar que lhe ponham uma “faca no pescoço” – de novo.

A intenção de coagir vai assumindo proporções escandalosas. Recentes matérias na imprensa dando conta de declarações espantosas de dois expoentes do Ministério Público Federal constituem um verdadeiro atentado aos ditames constitucionais relativos ao direito de defesa e ao contraditório.

Roberto Gurgel, procurador-geral da República, cada vez mais enrolado na suspeição quanto ao engavetamento da investigação que gerou a CPMI do Cachoeira, aproveitou-se da gana midiática em pisotear o Estado Democrático de Direito para condenar previamente os envolvidos no inquérito do mensalão e, assim, não ter que dar explicações.

Este blog, desde o primeiro momento, denunciou a ridicularia das explicações de Gurgel no auge da exploração midiática de sua declaração sobre questioná-lo equivaler a medo de amigos dos envolvidos no mensalão. Agora, vai ficando claro que tudo não passou de estratégia desse cavalheiro para não ter que se explicar.

Concomitantemente, outro membro do MPF que já esteve à frente da instituição revela tudo o que há de ditatorial nessa corrente político-partidária para a qual o julgamento dos indiciados no inquérito do mensalão é mera formalidade que até poderia ser ignorada, pois imprensa e oposição já os condenaram.

Antonio Fernando de Souza, o procurador-geral da República anterior e autor da acusação a membros da base aliada do governo federal no inquérito do mensalão, declarou que negar a compra de votos de parlamentares pelo governo Lula seria “atentado à democracia”. E a imprensa fez a festa com essa declaração.

Se a sociedade der crédito a isso, instalar-se-á uma ditadura no Brasil. Direito de defesa, direito a um julgamento justo de uma acusação em que as provas, mesmo nos casos em que existem, estão muito abaixo de ser incontestáveis, é “atentado à democracia”?! Que história é essa?!! Esse senhor criminalizou a divergência e a presunção da inocência, ora!

Atentado à democracia é querer que todos pensem como ele, Souza. Não tenho qualquer certeza sobre culpa ou inocência dos acusados no inquérito do mensalão, mas não admito que o julgamento do caso se transforme em mera formalidade. Essa é uma ameaça a todos.

Souza foi o autor da denúncia. É óbvio que a defenderá com unhas e dentes. Todavia, ao criminalizar quem não aceita as suas conclusões pretende abolir o direito de defesa e o devido processo legal. E mais: levanta suspeitas de que anseia pelo estrelismo, pela exposição laudatória a si na mídia, posando de Catão da República – e estamos vendo onde terminam os catões.

O mais bizarro em tudo isso é que esses dois procuradores que, por razões distintas, querem dispensar o julgamento e condenar previamente os acusados no inquérito do mensalão, só estão podendo fazer isso porque foram nomeados por aquele que a corrente política que integram acusa acima de todos os outros: Lula.

Tanto a mídia quanto a oposição – que acabam sendo a mesma coisa – acusam Lula, aberta ou veladamente, de ser o verdadeiro mentor intelectual do mensalão, ainda que todas as investigações tenham concluído que não teve a menor relação com o caso.

O mínimo de lógica obriga a perguntar como um presidente que quer montar um esquema criminoso nomeia procuradores-gerais da República como Souza e Gurgel. Afinal de contas, o procurador-geral é o único que pode acusar formalmente o presidente da República. Não é por outra razão que Fernando Henrique Cardoso manteve o ex PGR Geraldo Brindeiro no cargo por oito anos.

Lula nomeou quatro procuradores-gerais e grande parte dos juízes do Supremo Tribunal Federal. Dois desses procuradores comprovam que o ex-presidente não teve medo de nomear escolhidos pela instituição Ministério Público, portanto sem garantia de favorecimento como o que Brindeiro deu a FHC. E ao menos o juiz do STF Joaquim Barbosa, nomeado por Lula, foi implacável no inquérito do mensalão.

Quer dizer que Lula montou um esquema criminoso enquanto nomeava juízes e procuradores independentes? Conversa pra boi dormir, certo?

A sociedade civil deve se levantar contra o que estão fazendo a mídia e esses dois procuradores do Ministério Público. Dizerem que divergir da opinião deles sobre o mensalão atenta contra a democracia é uma bofetada no país. Atentado à democracia é tentarem calar a divergência e colocarem uma faca no pescoço do STF – de novo.

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233 Comentário

  1. Eduardo, sugiro trocar a foto do Gurgel.
    A luminária de teto mais está parecendo uma auréola e, venhamos, de anjo ele não tem nada….rsrsrs

  2. Prezado Eduardo,
    para qualquer pessoa de boa índole e de raciocínio mediano, os fatos até então descobertos sobre o caso “Cachoeira” apontam para um esquema sem precedentes na história do país e, talvez, do mundo, de infiltração de uma organização criminosa entre vários setores da sociedade, público e privado. o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, ao tentar se defender contra-atacando pessoas envolvidas no denominado “mensalão”, piorou cem por cento sua situação. Ele tem que tentar provar sua inocência, e não confundir a opinião pública. Não é digno de um Procurador Geral da República agir dessa forma. Tem direito de defesa, mas deve ser cassado se não comprovar que agiu corretamente. O Brasil não suporta mais atitudes assim, tampouco uma imprensa parcial e corrupta como a que se tem visto nos últimos tempos.

  3. Essa “auréola” no cocuruto do Gurgel é acidental ou subliminar?

  4. A luz acima da cabeça do Gurgel é subliminar, sim: quer dizer que ele está na UTI…

  5. Gurgel sairia menos mal da situação se tivesse alegado esquecimento. O máximo que o acusariam era de estar gagá.

  6. Só para lembrar: Lula indicou o primeiro da lista. Sempre. Ao contrário do Vampiro e do Picolé de Chuchu.

    • Mauri continuo a favor do Lula-Dilma ou outro PresidenTe de esquerda indicar o primeiro da lista,mas ao mesmo tempo o governo tem q investigar quem está por tras da indicação desse primeiro nome,porque se não nós nos elegemos e eles botam quem eles querem,e a serviço de quem ele está? Pode até ser do Cachoeira,PSDB,Direitada insatisfeita com a perda dos privilégio$$$. A direita é cruel,é egoista,e gananciosa ,é insensivel,mas não é idiota.

  7. Esses Procuradores e ainda o Ministro Joaquim Barbosa já estão demonstrando bem que não entenderam o juramento que fizeram pra tomar posse nos cargos que atuam ou atuaram. Pois bem, acatar um julgamento, que todo mundo sabe como acontece em CPIs, isto é, político, e denunciar 40 pessoas, sem um julgamento legal,a que exige uma demodracia de direito não mostrou uma atitude digna de um Procurador. O outro emprega a mulher como assessora, se licencia em períodos eleitorais, para assistir à distância o desempenho de uma sub procuradora delegada, que atropelou o processo eleitoral, na disputa acirradíssima que foi, com decisões tão polêmicas quanto partidarizadas, se omite, quando possível e agora aprsenta argumentos pífios sobre o engavetamento do relatório da PF, envolve delegado da PF e outras contradições que saltam aos olhos dos menos informados, mas não idiotas como querem que o povo seja. Cada vez fico mais impressionada com a lógica de pessoas que ocupam funções humildes na sociedade, trabalham muito fora e dentro de casa, mas as poucas notícias que recebem pelos meios de comunicação , internet, ou em conversam em geral, sabem muito bem processar um raciocínio que não fica nada a dever os mais bem formados e escolarizados cidadãos.
    Quanto ao Ministro Joaquim Barbosa está me decepcionando, esperava mais dele pelas atitudes tão divulgadas em sessões na Corte Suprema. Como relator do dito “Mensalão” duvido de sua imparcialidade.Que mostre as provas.Tem que ser um julgamento, como prevê a Constituição Brasileira. Não estamos na ditadura.Nunca mais!
    Quero o julgamento do Mensalão, mas quero a CPMI do Cachoeira e a da Privataria Tucana.

  8. Quando uma imprensa cinica,corrupta e covarde exorbita de suas atribuições,que é o de dar subsidios para que o cidadão reflita e tire suas proprias conclusões a respeito de fatos que ocorrem em seu pais e no mundo,ela está atentando contra o regime democratico,mesmo que alegue em sua defesa a tão decantada¨liberdade de expressão¨.Quando uma imprensa comprometida com a mentira,com o embuste tenta se colocar acima das leis,se travestindo em tribunal da consciencia,em defensora de uma sempre duvidosa moralidade,que ela mesma não segue,ela está destruindo os fundamentos do principio republicano de que todos são iguais perante a lei,de que nada está acima da lei,que sociedade,estado,autoridades e instituições tem seus limites traçados por um ordenamento juridico instituido em beneficio de todos e para ser acatado por todos,sem exceção.Quando uma imprensa chega ao nivel a que chegou a imprensa brasileira como um todo,ela deixou de ser imprensa e passa a ser instrumento de minorias arrivistas cujo unico proposito é destruir em seus fundamentos,os principios basilares em que se assenta o regime democratico.

    • Olha nada é mais ridículo que ver um ex quase Senador (pois 2014 tá logo ali na esquina) Um homem como Pedro Simon que teve um passado de lutas a favor do povo, bater na mesa do plenário do Senado e defender certos tipos de Revista como a InVeja com tanta agressividade. Não sou Petista, mas sinceramente fiquei pasmo com a atitude do velhinho Gagá Pedro Simon. O homem defendeu a Revista e atacou o PT. Sinceramente eu gostaria que 2014 fosse amankâ para votarmos e mandarmos esta velharia para suas casas.

  9. “…mas a garantia de um processo legal justo e a preservação de direitos constitucionais distinguem democracias de ditaduras….”

    Se a CPI tivesse obrigação de se comportar como um tribunal, não deveria ser tocada por parlamentares, mas por juizes. Processo legal é com o Judiciário. A CPI é processo político. Judicializar as questões do Parlamento também é atentar contra a democracia.

  10. Após seis décadas de vida chego a conclusão que nosso país jamais será levado a sério, um país em que a mídia faz o que faz e permanece impune realmente não merece crédito algum de seriedade.

    • A mídia no Brasil sempre esteve a serviço das elites.
      Já dizia o grande escritor Graciliano Ramos: A chamada “liberdade de imprensa” só interessa aos poderosos.
      Continua assim até hoje.

  11. “Quer dizer que Lula montou um esquema criminoso enquanto nomeava juízes e procuradores independentes? Conversa pra boi dormir, certo?”

    E só sendo um idiota alienado pra achar que ele “não sabia de nada” né?

  12. ¨Ninguem pode ser considerado culpado até sentença penal condenatoria transitada em julgado exarada pela autoridade competente¨ e sentença penal condenatoria transitada em julgado é a sentença à qual não cabe mais recursos,exauridas todas as instancias existentes.Oras a imprensa não representa instancia alguma do judiciario,pelo que se saiba,portanto,a imprensa não tem autoridade legitimada para julgar quem é inocente ou quem é culpado pelo crime que lhe é imputado.Quando uma imprensa arroga a si,alegando uma suposta liberdade de opinião,que só a ela é conveniente,um direito que legitimamente não lhe pertence,qual seja,o de punir ou absolver a quem lhe apraz,não estamos mais lidando com uma imprensa realmente livre e democratica,mas com um verdadeiro tribunal de exceção,que julga mediante ilações infundadas e condena sem chance alguma para o sagrado direito de defesa.

  13. O MPF é majoritariamente tucano e decerto o mais votado na eleição interna seria um tucano. O Lula errou sim ao escolher o primeiro, a menos que os outros fossem opções piores. Não só escolheu Gurgel como também o reconduziu. Bancar o democrata nessa situação não faz sentido. Claro que o inimigo adora essas concessões. Muitos problemas politicos durante o governo Lula se deram por escolhas erradas de pessoas próximas a ele no intuito de uma trégua com o inimigo. Não houve trégua nenhuma e o inimigo se aproveitou do saco de bondade do presidente. Por exemplo, o Jobim é tucano declarado e não obstante isso o Lula o colocou no centro do poder. Deu no que deu. Tem explicação?

  14. O souza tá vendendo o peixe dele,me parece natural à promotores (do gurgel,num dá p/ comentar;já por demais embananado em sua próprias ações…ou falta);a questão principal,é q n há prova alguma de compra de votos…ninguém conseguiu provar;ném o jefferson…q agora de desdiz…e é isso q o STF tém em mãos:nenhuma prova sobre compra de votos de parlamentares.

  15. Edu, não esqueça que Gilmar Mendes tb saiu-se com essa de mensalão e ele é um dos julgadores. De resto, nunca vi alguém ficar preso sem que os advogados teham conhecimento das acusações, Cachoeira está preso e o advogado dele não conhece as acusações que pesam contra ele? Não interessa se são fatos novos ou velhos, ninguém pode sofrer acusações secretas.

    Edu, não vivemos num Estado Democrático de Direito, desde a tentativa de golpe em 2005; de lá para cá, o ordenamento jurídico vem sendo, sistematicamente, vilipendiado e, só AGORA, por conta do envolvimento do Judiciário e do Midiático com o crime organizado é que estão invocando a legislação. Antes era tudo na base da “opinião pública”. Esse Mensalão foi uma aberração e o caso Cachoeira, deixou isso muito claro; não pela própria confissão ( todos os escândalos deles fomos nós que demos ) mas pela própria postura do Poder Judiciário, que, do dia para a noite, passou a agir de acordo com a legislaçào vigente. Exigem provas, apresentam leis para fugir de depoimentos, exigem sigilo ( antes era censura, lembra da boi barrica? ), clamam pela presunção de inocência…

    Toda a tramóia golpista que culminou com o Ficha-Limpa, estava posta para não ser desvendada, nunca, apesar dos alertas da blogosfera. O resultado é o que estamos assistindo, a própria sociedade sendo acusada de golpismo pela mídia velha e pelo judiciário/MP. Somos mensaleiros, bandidos, insetos, robôs, PTralhas, etc…

    Minha questão é, há que se falar em Estado Democrático de Direito, numa nação controlada pelo crime organizado? Não podemos aplicar esses fundamentos, enquanto o crime organizado estiver no controle das instituições pq aí é fazer com que a aplicação das leis seja relativizada, como tem sido até agora. Vamos manter um judiciário para garantir o criminoso e perseguir o cidadão. Os órgãos de fiscalizaçao e controle, funcionam muito bem CONTRA o cidadão comum, ou seja, para ferrar com 200 milhões de brasileiros, elas são agilíssimas mas qdo é para pegar bandidos, aí surgem enormes dificuldades! Experimente, deixar de pagar a prestação de uma meia no Acre e tente comprar um sapato em Porto Alegre; experimente deixar de pagar uma conta e veja as ameaças de corte, serasa, SPC, etc…

    Nós permitimos essa perseguição implacável ao cidadão comum; nós aceitamos isso, passivamente e agora, assombrados com o tamanho da falcatrua e o nível dos envolvidos, nos sentimos um bando de idiotas e ainda assim, somos ofendidos, dentro de nossas casas pelo Midiático e pelo Judiciário.. Isso é afrontar, debochar, desrespeitar, sei lá, o que mais é isso, o cidadão comum. Tem gente aí dizendo que isso não vai dar em nada; eu não acredito, tenho certeza que isso não vai ficar assim, não.

  16. A imprensa brasileira tenta criticar algumas opiniões pelo fato de tais opiniões tentarem judicializar questões politicas.Mas a imprensa brasileira,acostumada a abusar a boa fé de toda uma nação, politiza radicalmente questões que no minimo deviam estar atinentes tão somente ao ambito juridico,porque,evidentemente,não se trata de esclarecer a população,que é uma das ultimas se não a ultima das prioridades da imprensa,mas simplesmente desqualificar adversarios de seus interesses,ou simplesmente,destruir reputações alheias,sem dar a minima que seja para uma outra versão,que possa confrontar a versão publicada pela imprensa.A imprensa instaura um discurso de mão unica,nega o contraditorio e se diz democratica.Oras,desconsiderar o principio legal da presunção de inocencia é desconsiderar um principio constitucional erigido em favor das garantias processuais.Somente regimes autoritarios não levam em consideração esses principios basicos da civilização.Qualquer criminoso,por mais torpe que seja seu crime,por mais robustas que sejam as provas que pesam contra ele,terá sempre a seu favor o principio da presunção de inocencia,até que à sentença que o condenou não caiba mais recurso de natureza alguma.Mais uma vez é preciso que se diga que a imprensa brasileira no atual estagio em que se encontra,achincalha a reputação alheia,suprime o direito de defesa da pessoa que tenha sua honra posta em duvida e ainda tem o cinismo de dizer que é democratica.

  17. Desculpa a ignorância, mas como este elemento Jô Gurgel chegou ao posto em que se encontra? Me lembro do Brindeiro Gaveta, que achava que tinha sido colocado lá pelo FHC e catrefa…
    Abs e obrigado pelo site que acesso há uns 2 anos, mas nunca posto nada…
    N-Z!

  18. Eduardo, mais uma vez concordo com tudo que você disse. Só gostaria de colocar o seguinte:

    A mídia antidemocrática brasileira, foi turbinada desde que começou a aliança criminosa Cachoeira-Veja e os outros. Já tivemos ao longo do tempo ações criminosas em especial da Globo, começando lá atrás com o Riocentro, passando por Brizola, em todas as eleições de Lula e últimamente editando JN para tentar incriminar o governador do DF. Agora, a influência junto aos organismos institucionais como tem hoje, começou com os tais vídeos e audios, publicação as quintas na Veja e a orquestração nos dias seguintes pelos restantes da quadrilha. De lá para cá, só não vivemos na plenitude a tal da midiocracia porque temos um detalhe que faz a diferença, o povo!
    Eles não gostam de democracia, porém não conseguem realizar outro golpe como 64, portanto vão ficar assim mesmo. A direita no Brasil é atrasada é golpista mesmo! E alguém já viu local mais atrasado, mais retrógrado do que formados em direito? Atér os de esquerda, em sua maioria são meio…E este pessoal do judiciário. do MP vem de onde, justamente da mesma fonte.

    A família PGR fez mais existem datas erradas no inquérito e isso pode ajudar e muito Demóstenes, e ai? Até onde se sabe, todos são iguais perante a lei. Agora, como é possível investigar por exemplo um juiz do STF?O STF teria que autorizar? Se juizes estão acima da lei isso não é democracia! O que nós temos é um povo vivendo melhor, não vivemos democracia de jeito algum! E nem sequer os votos são confiáveis!

    Eu achei bom que a família tenha que se explicar por escrito, porque o que estiver escrito…Agora os juízes…
    Vamos deixar andar a CPMI ela está indo muito bem! Mais a frente talvez tenhamos que chamar o povão pra Brasília, vamos ver!!!

  19. Esse Gurgel é uma mulher de César que já não parece mais honesta.

    Alguém ainda acredita na credibilidade dele?

  20. A PF investiga um contraventor, encontra no meu do caminho senador, jornalista, governador e toda bicharada – confusão armada; para salvar a arca de Noé jogaram o mensalão cachoeira abaixo. O jogo está jogado. Edu, foi certeiro “Mídia, Gurgel e Souza ameaçam o Estado de Direito”.

  21. “Demóstenes disse a Cachoeira que “um amigo” que havia recusado a vaga no Supremo dissera a ele que as condições do Planalto para aceitá-la eram votar contra a aplicação da Lei da Ficha Limpa na eleição de 2010 e absolver os denunciados pela Procuradoria da acusação de participar do mensalão.”

    Sobre esse trecho das gravações, ainda não vi nenhuma menção nos posts. Acho que seria interessante escrever alguma coisa a respeito.

    De qualquer forma, confirmado o teor do diálogo, Dilma deve sair imediatamente da Presidência.

    Será que a CPMI vai investigar isso também?

    Duvido, né…

  22. Eduardo, veja essa notícia que saiu na Carta Maior.
    Com direito a ÁUDIO,
    NÃO deixe de ouvir!
    É glicerina pura!
    Aqui:http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=20149

  23. Engraçado, Eduardo. Você acusa o ex-procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, de agir contra o Estado de Direito, da mesma forma que os “progressistas” acusavam o ministro do STF Gilmar Mendes.

    Pois eu digo a você que não há nada para não acreditar em Antonio Fernando de Souza. Este é um dos homens mais sérios que eu já vi em toda a minha vida. Por que ele denunciaria os mensaleiros sem nenhum fundamento, sem nenhuma prova? Isso simplesmente não existe! É igual galinha com dente, cavalo com chifre ou carteira com foto de sogra. Você por acaso já viu uma galinha com dente? Um cavalo com chifre? Ou, pior ainda, uma carteira com foto de sogra? Evidentemente que não. Não existe essa história de denúncia feita por motivos políticos. Antonio Fernando foi muito claro: há provas documentais contra os mensaleiros e pouco importa que os recursos tenham sido destinados a pagamentos de despesas de campanha, os crimes continuar os mesmos.

    É incrível como vocês procedem. Pense um pouco por um minuto. O que você queria? Um contrato assinado pelos mensaleiros se comprometendo a votar a favor do governo no Congresso em troca de dinheiro para pagamento de despesas de campanha? Só assim você admitiria a existência do mensalão? Ora, caro, tenha dó; tenha dó de todos nós.

    • Não tenho, não. Vão continuar de castigo na oposição

    • Na verdade ninguém aqui nunca disse que não houve caixa 2, que é utilizado por todos os partidos, sistemáticamente, como disse nosso Lula.
      A questão é que o caixa 2 do PT foi transformado em mensalão, pois assim diferenciam o crime dizendo que mensalão é muito mais grave, usou dinheiro público, etc.
      Mas se for condenar o PT por caixa 2, teria que condenar também todos os outros partidos.
      Pode-se é claro argumentar que todos fazem caixa 2, mas só quem é pego com provas deve ser acusado e condenado. Veremos então, no julgamento, se as ditas provas são mesmo contundentes.

      • Junior, você anda lendo muito os progressistas. Pense um pouco, meu caro. No mensalão o dinheiro é apenas uma questão acessória. O problema é a votação comprada de matérias no Congresso Nacional. É o maior crime que país democrático pode sofrer. É isso que vai ser julgado. É disso que se trata o mensalão. Mas os mensaleiros, e toda a sua rede, tentam a todo custo confundir o caso, alegando que seria caixa dois de campanha. Todos que têm um mínimo de honestidade sabe que essa história de caixa dois é uma farsa criada pelos mensaleiros. Quando um determinado parlamentar aceitava dinheiro, ainda que paga pagar despesas de campanha, assumia também o compromisso de votar a favor do governo, já que se não votasse, evidentemente não receberia o dinheiro. Isso é mais claro que a luz do sol. Não os progressistas não veem… Por que será?

        Outra coisa, Demóstenes deveria dar o nome do amigo que recusou uma vaga no STF por causa das condições impostas por Dilma Rousseff. Esse caso deveria ser investigado a fundo. Se ficar provado, é outro caso em que a única saída para Dilma Rousseff é o impeachment. Mas ela vai fazer como o Chefe e dizer que não sabia de nada.

        • Caro Mickey Mouse, a compra dos votos dos deputados para garantir a reeleição do finado FHC seria considerado o que na sua visão de grande defensor da ética tucano-pefelê (a mesma ética da Revista Veja Bandida, do bicheiro Cachoeira e do Demóstenes)???

          O Mickey Mouse escreveu o seguinte sobre o mensalão: “No mensalão o dinheiro é apenas uma questão acessória. O problema é a votação comprada de matérias no Congresso Nacional. É o maior crime que país democrático pode sofrer. É isso que vai ser julgado.”

          Como você disse o “problema é a votação comprada”, a votação que garantiu a reeleição do finado FHC. “É o maior crime que país democrático pode sofrer.” E com a conivência de toda a imprensa mafiosa do PIG (a que tem a mesma ética do Mickey Mouse). Sem esquecer que o procurador geral da república na época foi o famoso envagetador geral da república Geraldo Brindeiro!!!!!

          Mickey Mouse, adivinha quem indicou e e manteve o nome deste Engavetador Geral da República de 1995 até 2003!!!!

          Pois foi o primeiro Brindeiro que impediu que qualquer suspeição fosse colocado ao nome do ético finado FHC, o que comprou os votos dos deputados na emenda da reeleição. Fora outros escândalos: Sivan, quebra do monopólio da Petrobrás, Proer do Sistema Bancário e muitas outras mamatas que foram obtidas com “o voto comprado dos deputados” que no final das contas foi o maior e o mais duradouro mensalão que já existiu na história do Brasil.

          Mickey Mouse, você vai continuar na oposição por muito tempo. E ainda por cima vai ter que engolir que o mensalão do PT não existiu!

        • Augusto,

          Sinceramente,se voce ganha alguma coisa para defender esta gente então você ė um canalha convicto, agora se defende por ideologia tenho pena de vocè e de toda sua familia.

  24. Imperdível:
    http://www.viomundo.com.br/denuncias/a-integra-do-discurso-de-collor-sobre-a-cpi-do-cachoeira.html
    Quem diria que veríamos o Collor fazer um discurso que deveria estar sendo feito por alguém do PT até mesmo para defender os acusados do processo do mensalão.

    • não quero dar a ideia, mas…
      a midia, ontem, incensou Collor como “caçador de marajás”, manipulou e deu a ele a vitória na eleições diretas de 1989.
      É sabido a capacidade oratória do ex-presidente. Ele, mais uma vez, brilhou justificando a convocação deste asqueroso gurgel à CPI…
      Temo, apenas, que no frigir dos ovos, a velha midia se repagine e faça nova aliança, agora com o único que quer caçar os “corruptos do judiciário”… muita atenção aí!

      Alô senadores governistas, alguém aí pode dar a cara pra bater? Ou vão deixar o confiscador de poupanças sair bonitão nas fotos?

      Acorda, Brasil!

  25. “Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” – Malcolm X (1925-1965).

    “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma.” – Joseph Pulitzer (1847-1911).

    Ley de Medios, já ! ! ! Comissão da Verdade, já ! ! !

  26. Enquanto não tivermos uma oposição que seja propositiva e que seja uma alternativa viavel e que tenha capacidade tecnica e politica de ir ao encontro dos desafios fundamentais que um pais com as dimensões continentais do Brasil irá enfrentar nos proximos anos,enquanto tivermos uma oposição cujos elementos são basicamente golpistas,sustentados por factoides e por crises fabricadas por uma midia comprometida com o crime organizado,digo,a oposição que ai está,sem bandeiras e sem discursos,não será jamais alternativa aos partidos da coalizão de centro e de centro esquerda que se encontra no poder atualmente e será uma oposição cada vez mais inexpressiva,cada vez mais insignificante.

  27. CPI deu prazo a Gurgel: 5 dias (agora 4) para redigir suas explicações. Caso contrário, é necessário um processo de impeachment no Congresso.

  28. Olá, Eduardo!

    Saudações aos colegas de comentários.

    Ponderações enviesadas:

    1 – A definição de “Estado de Direito” não é consensual. Comporta variações. Classe social, por exemplo, é determinante para a expectativa que cada indivíduo possua sobre os benefícios que a concretização de um Estado assim trará.

    2 – A observação não anula o fato de que, ao menos em certa medida, um significado mais “genérico” do termo é aceito por um grande contingente de indivíduos. O próprio sucesso do nome do sítio remete ao termo, em sua definição mais clássica.

    3 – Todavia, descurar da subjetividade da expressão pode comprometer análises mais fundas.

    4 – A preleção impôs-se para assinalar da possibilidade de que uma concordância aos termos da chamada do “post” pode não implicar sua absolutização. E isto, claro, sem prejuízo das naturais divergências quanto à validade em si da expressão.

    5 – Em contínuo, haveria realmente risco, digo risco ponderável, do chamado Estado de Direito estar particularmente ameaçado pelo que dizem e fazem as excelências citadas? Incluo como “excelência” a mídia pelo conjunto da obra.

    6 – Para que algo seja extinto, imprescindível que ele exista.

    7 – Não acho que tenhamos (nem aqui e, graus naturalmente diferenciados, nem em qualquer outro lugar do planeta) um Estado de Direito. Neste sentido, propositalmente, a sequenciação lógica intentada.

    8 – Esse o ponto! Discutirmos mais e mais o que é um “Estado de Direito”, o quanto de mistificação a expressão comporta.

    9 – Tudo isso, bom que se diga, sem desconsiderar a aflição que o momento político sugere. Muito compreensível o receio, de certa forma, fundado. Mas apenas de certa forma.

    • A dimensão que a mídia dá à tese de que divergir de um conceito subjetivo sobre o mensalão – de que teria sido o maior escândalo da galáxia ou de que a culpa dos acusados já estaria provada, quando se sabe que isso é mentira – ameaça o Estado de Direito, no que tange aos direitos e garantias fundamentais muito mais do que “de certa forma”. Estamos vivendo uma ameaça de que algumas empresas de comunicação e dois membros do MPF – um deles sob fortes suspeitas – podem decretar não só uma culpa que não lhes cabe decretar, mas a criminalização de quem diverge do ponto de vista que acalentam.

      • Eduardo, obrigado pela pronta e cuidada resposta.

        A análise do comentarista de alto grau de envolvimento, que aliás, aplaudo (como debater sem paixão?), tem méritos indiscutíveis.

        Salta aos olhos a consternação cívica da qual está imbuído. E não acho ruim, pelo contrário. No fundo, também sou assim.

        Mas quando escrevo, gosto de fazê-lo, busco pontos de vista mais globais. Talvez até por que os considere contrapesos de interesse para a formulação dialética dos temas tratados, e, principalmente, por que são nítida minoria (também pra lá de compreensível) dentre os comentários.

        Não pretendi (não tive a intenção consciente) dizer que os direitos e garantias fundamentais do cidadão estão só “de certa forma” ameaçados.

        Dizer que o termo Estado de Direito não é compreendido da mesma forma por todos e principalmente dizer que até por isso mesmo, ele, enquanto bloco íntegro, inexiste, não equivale ao que era de minha intenção expressar.

        Garantias e direitos fundamentais exigem certas características. Explicito duas: universalidade e efetividade.

        A Constituição “cidadã” (as aspas são tão válidas quanto a dispensa delas; em julgamento ideológico rigoroso, justificáveis as aspas; na perspectiva de consolidação e avanço nas conquistas, injustificáveis as ditas cujas aspas) aponta como direito fundamental o “da propriedade”. Onde universalidade? Onde efetividade?

        Mais por aí minhas ponderações.

        Tenho consciência que o próprio formato – muito bem sucedido, diga-se de passagem – dos blogs em geral, o seu em particular, não favorece digressões como as que tentei fazer, embora provavelmente as estimulem fora do “calor do momento”.

        Mas acho que têm papel a cumprir no conjunto.

        Quem sabe – sugestão – não seria o caso de abrir espaço específico para o tipo de abordagem que busquei (não só eu o faço) no blog?

        No mais, agradecer, parabenizá-lo, e desejar a você, família (Victoria em particular) e colegas de comentários saúde e reflexão, esta dentro das nossas possibilidades emocionais, no momento indiscutivelmente, prejudicadas face a tantos absurdos.

        • Caro Jorge, com todo respeito mas não seria isso o chamado “salto triplo carpado da hermenêutica?”

          • Gostei! Acho que sou um caso perdido, meu caro. Triplo carpado e dos mais encorpados. E o pior, você não sabe, parece maldição, já começo a falar do jeito que escrevi. Mando-lhe daqui de onde estou (mundo das letras e das palavras sem sentido) um generoso amplexo … ops, abraço!

  29. Sabe o ato “democrático” de eleger representantes? Vou pagar multa!

  30. Os 40 investigados no Inquérito sobre o esquema do mensalão, que tramita no Supremo Tribunal Federal, podem ter acesso aos autos principais através do site do Tribunal. No entanto, como as informações não podem ser acessadas pelo público em geral, os procuradores e advogados dos investigados devem pedir uma senha à Corte.

  31. Não dá mais pra Usar o Mensalão como desculpa ou defesa. O Mensalão é o Fracasso do que está ai na cara de todo mundo. Pior que não tem vergonha e ainda estão tentando explicar o que?

    DEMÓSTENES E CACHOEIRA
    ASSIM FIZERAM O MENSALÃO.

    Contra Dirceu uma vingança, e nisso puseram-se a agir.
    Tremenda lambança, e Ministério da Justiça conseguir.
    Uma Mina Verdadeira, dali conseguiriam a imensidão.
    Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.

    Demóstenes do DEM sairia, para bom cargo conseguir
    Para o PMDB ele entraria, na Justiça é melhor pra agir.
    Oportunista de Primeira, grande mestre na enganação.
    Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.

    Foi uma crise criada, e foi Policarpo quem publicou.
    Na Veja infâmia danada, que ao PT tanto prejudicou.
    Uma Quadrilha tranqueira, da calúnia e da insinuação.
    Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.

    E toda Mídia colaborou, e fez-se a notícia espetacular.
    Grande Teatro se montou, Conseguiram a Dirceu cassar.
    Foi Política ratoeira, contra quem enfrentou a repressão
    Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.

    Querem é faturamento, sem nenhuma responsabilidade.
    Ignoram espaço e tempo, perdem o tino na maldade.
    Ficam sem eira nem beira, e trocam o pé pela mão.
    Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.

    Contam que ninguém esta vendo, só pensam no lucrar.
    Mais o Povo esta aprendendo, sem a fome faz estudar.
    Realidade é coisa verdadeira, não é revista ou televisão.
    Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.

    O Brasil vive uma beleza, o mundo esta reconhecendo
    As cartas estão na mesa, e o povo esta tudo sabendo.
    Chegada a Hora derradeira, será mostrada na eleição.
    Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.

    Tem perna curta a mentira, e vai em frente a História.
    A Vida na verdade se inspira, o povo tem sua memória.
    Enganar é fazer besteira, sempre vem a hora da razão.
    Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.

    Não vai reescrever o passado, nem nosso Futuro mudar.
    O fato imundo desmoralizado, faz a essa Mídia condenar.
    Coisa de gente traiçoeira, à ocultar nossa transformação.
    Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.

    Azuir e Turmas: do Social da Unicamp, Campinas, SP, Amigos de Rocha Miranda,
    Rio de Janeiro, RJ e de Amigos de Mosqueiro, Belém , PA.

  32. Senhores,

    Vamos ser imparciais e impacionais. Todos desejam um processo célere, exceto quando nossa cabeça está prestes a ir para a guilhotina, como é o caso das cabeças dos mensaleiros, cuja saída processual é levar o caso para a prescrição e depois ir prá galera.

    Um inocente verdadeiro não teme o julgamento pois a verdade o libertará de um processo que, como se sabe, é um peso que o justo carrega e deseja ardentemente ver o fim, com sua absolvição.

    Venhamos e convenhamos: o caso veio a tona em 2005 e já era para estar julgado há mais tempo. Quanto aos atores e juízes que foram nomeados pelo Presidente Lula, deveriam todos declararem-se suspeitos por razão de foro íntimo ou serão taxados de ingratos (no mínimo).

    Acreditemos no Estado Democrático de Direito!

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